Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008


DO WN LO AD http://lix.in/fd4ad8 Password: sonic-youth.blogspot.com
















h

Vídeo Terrorismo (video terrorism)

De V; Cabral


Sinopse: O que mata não é aquilo que entra pela boca, mas sim o que sai dela.(vídeo integrante do projeto "guerrilha digital")

Release: Não temos a intenção de traduzir o que é dito aqui. Palavras quaisquer de protesto, sobre imagens roubadas de um veículo de difusão digital. A imagem do muçulmano encapuzado produz um imediato simulacro de revolta, protesto, insubmissão; terrorismo. Por trás dos clichês da decodificação imediata, há algo sendo dito não pela imagem em si, mas pelo gesto representado. Roubar imagens, atacar agressivamente através de uma contra-informação travestida de normalidade. A banalidade do gesto político descontextualizado é levada à risca. É necessário devolver às imagens alguma espécie de funcionalidade.

notícias de ROndônia....

Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008



Akram Zaatari

* Trailer VCA - Um olhar sobre os olhares de Akram Zaatari

torradas?

http://www.toasterstoasters.blogspot.com/
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http://www.fotolog.com/the_toaster/31671364
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

DHARMA

THOSE WITH DHARMA,
WORK FOR DHARMA WILL BE PROTECTED BY DHARMA.
MAY PEACE BE WITH ALL.

KassinGrandpa!


Extra Extra, diretor de diverGrandpa se inspirou nas aventuras do RaulLuná tico e sua TV primavera


diverGrandpa




diverGrandpa Igor Amin 1'45'' MG 2008

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Ontem foi meu aniversário!

Você já viu um ritual de umbanda?

Você já viu um ritual de umbanda?

Adicionar ao Meu Perfil | Mais Vídeos

Adote um gatinho



-

MOVERJUNTOS

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

POLITICAL SWIM: DISCUSSING POLITICS IN THE POOL by TV PRIMAVERA

"Democracy is dead."

http://www.politicalswim.blogspot.com/

Imagem é ímãginação
.
Ímã da imaginação
.

Imagem ?ação

A historinha do Yuri Cabeção


Yu Yu!


1961

Yuri Gagarin, antes do lançamento ao espaço







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..
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17:19 24/02/08 i.A.A.

3x Oriente Médio

O Caçador de Pipas 2007 Marc Forster
Depois de passar anos na Califórnia, Amir (Khalid Abdalla) retorna para sua cidade natal, no Afeganistão, para tentar corrigir seus erros do passado. Amir também terá de ajudar um amigo de infância que está com sérios problemas com o filho. O roteiro do filme é adaptado do best-seller homônimo de Khaled Hosseini, e virou notícia por causa da cena de estupro que envolve um dos atores-mirins, polêmica que ocasionou a remoção das famílias dos jovens atores do Afeganistão.




Paradise Now 2005 Hany Abu-Assad
De um inesperado lugar, surgiu o corajoso e novo grito de paz.Amigos de infância, os palestinos Khaled (Ali Suliman) e Said (Kais Nashef) são recrutados para realizar um atentado suicida em Tel Aviv. Depois de passar com suas famílias o que teoricamente seria a última noite de suas vidas, sem poder revelar a sua missão, eles são levados à fronteira. A operação não ocorre como o planejado e eles acabam se separando. Distantes um do outro, com bombas escondidas em seus corpos, Khaled e Said devem enfrentar seus destinos e defender suas convicções.





Neste Mundo 2002 Michael Winterbottom
Um sonho pode levar você muito longe.Jamal (Jamal Udin Torabi) e Enayat (Enayatullah) são dois primos que vivem na cidade de Peshawar, na fronteira do Paquistão, e que são enviados à Inglaterra para ter uma vida melhor. O roteiro da viagem é feito por traficantes de ópio, cigarros e peças de carro roubadas, sendo longo e perigoso. Eles entram no Irã escondidos em caminhões e vão a pé pelas montanhas do Curdistão até chegarem à Turquia. Em Istambul a dupla consegue emprego, com o objetivo de conseguir dinheiro para pagar a próxima etapa da viagem: uma viagem de navio até a Itália.






Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

PROGRAMA



OF Í C I O D A P A L A V R A


A R N A L D O A N T U N E S

26.O2.2OO8
19H30
MU S E U D E A R T E S E O F Í C I O S
P Ç A. D A E S T A Ç Ã O

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008




\s/e/g/u/n/d/a/t/e/r/ç/a/q/u/a/r/t/a/q/u/i/n/t/a/s/e/x/t/a/s/á/b/a/d/o/d/o/m/i/n/g/o/u/m/d/i/a/s/ó/!\

Resfest|11

Resfest|11
Resfest|11
Resfest|11

O Resfest|11 está prorrogando as inscrições para as mostras brasileiras até o dia 29 de fevereiro. Continuarão sendo aceitas até essa data curtas e longas-metragens, videoclipes e filmes de design gráfico.
Para inscrever seu filme basta clicar aqui. Não é necessário ser profissional para inscrever seu filme!

Efterkalng - 'Illuminant'
É só a gente aqui que gosta de clipes bizarros ou coisas assim são realmente interessantes? Bom, pelo menos a fotografia é de pagar um pau!
Clipe para a banda Efterklang, um stop motion com um pouco de animação

Ovos de chocolate suicidas
Muito bacanas estes quatro comerciais criados pela Partizan para os ovos de chocolate da Cadburry.
Os vídeos, em stop motion, estão no ar desde o primeiro dia do ano no Reino Unido

As paisagens animadas de Nobuo Takahashi
Não perca, por aqui , os vídeos de animação gráfica do japonês Nobuo Takajashi. Ele usa imagens de casas e prédios para ilustrar a evolução imobiliária do Japão do pós-guerra até hoje

Designers refilmando o soldado Ryan
Já faz sucesso há algum tempo na Internet esta refilmagem que três designers fizeram para um programa de TV da famosa cena do filme ‘O Resgate do Soldado Ryan’ que retrata o Dia D.
Já tem quase um milhão

Passagens bíblicas vistas pelo Google Earth
São uma besteira genial estas imagens (obviamente fakes) que representam como momentos bíblicos seriam capturados pelo Google Earth.
O responsável pelo inspirador projeto é o coletivo de criação

Festivais internacionais abrem inscrições para vídeos
Nos últimos dias três festivais internacionais de vídeo digital abriram inscrições para suas mostras: Animatu, Vicon, BitFilm. Entre no site de cada um para mais detalhes.
Os três aceitam, preferencialmente, filmes

Robots in Disguise - 'We Are The Music Biz'
Poderia ser um pouco mais curto este videoclipe da banda Robots in Disquise, mas mesmo assim ele é muito bacana. Usa uma interface de videogame 8bits desenhada à mão na qual atuam pessoas reais

Uma festa na casa do Google
Não perca este vídeo da Cracked.com que mostra como seria se os pais do Google fossem viajar e ele resolvesse dar uma festa em casa.
Mostra personagens como o Facebook, o Digg e o MySpace


//Leia mais notícias

Renderam uma porrada de posts esta semana as intermináveis viagens de Flávio Samelo.

Dessa vez pelo sul do país, tem fotos e vídeos de praias quase desertas e aqueles lugarzinhos que só ele parece conhecer. E, claro, ele não escapou do trânsito.

www.resfest.com.br


Mr. Jacobs


Espaços gerados pela telefonia celular

Como podemos depreender da breve discussão desenvolvida
acima, as características do ciberespaço bem como
muitas de suas conseqüências sociais e pessoais já vêm sendo
investigadas por muitos estudiosos de origens disciplinares
diversas. O mesmo, no entanto, não acontece com a telefonia
celular. E há algumas razões para isso.
Primeiramente, os celulares são ainda muito recentes e as
investigações de seus impactos começaram a se tornar acessíveis
principalmente a partir do ano de 2002. Em segundo
lugar, muitas das características do ciberespaço são incorporadas
pelos celulares, incorporação essa que é particularmente
observável no caso do Japão onde a Internet é acessada principalmente
a partir dos celulares (Rheingold, 2003; Gottlieb
& McLelland, 2003). Uma terceira razão para a escassez de
estudos sobre as alterações que os celulares vêm introduzindo
nos espaços convencionais e as alternativas a estes que criam
é a de que os celulares não parecem gerar novos espaços. Isso
porque, diferentemente dos computadores (e até mesmo dos
laptops e palmtops), suas pequenas dimensões e o ainda alto
custo das ligações não possibilitam a imersão prolongada do
usuário em um espaço alternativo.
Desse modo, as análises tendem a se concentrar na forma
mais freqüente de uso dos celulares: a da comunicação breve,
porém constante, que enfatiza seu poder de conectar diferentes
pontos do espaço físico, mas ofusca a sua propriedade de
gerar novos espaços.
Psicologia: Teoria e Pesquisa
Set-Dez 2005, Vol. 21 n. 3, pp. 365-373

O Cotidiano nos Múltiplos Espaços Contemporâneos
Ana Maria Nicolaci-da-Costa
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Vão?


M.takara

O músico M.takara está envolvido com o cenário underground musical há bastante tempo. Além da carreira solo, na qual se envereda desde 2003, faz parte da banda Hurtmold e do projeto São Paulo Underground, além de já ter colaborado com nomes do calibre de Nação Zumbi, Naná Vasconcelos, Otto e Xis. Seu trabalho compreende experimentações com instrumentos percussivos e de sopro e flerta com elementos da música eletrônica. No dia 22 de fevereiro, apresenta-se na capital mineira, ao lado de banda formada por Richard Ribeiro (segunda bateria), Rogério Martins (percussão) e Cléber Dantas (VJ). No Matriz, divide palco com os grupos Ballet e Foz.
Onde:
Matriz
Impropriedade:
18 anos
Data:
Dia 22/02 às 21h00
Preço:
Ingressos - R$10


"Penso, logo insisto."
Nei Lisboa

O Jandão enviou um contato diretamente da lua!

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

puxão de orelha..


igorrrrrrrrrrr....vc nem comentou sobre o vídeo do black...seu polha!
rsss

olha a foto agora!

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Zoudov

Curta de animação, muito bem feito!
e é trabalho de estudantes...a legenda está em francês, mas como quase não tem falas, dá pra ver tranquilo!

DECLARE!

PLAYLIST DA SEMANA

mood: poly-electronico


2ª feira:: born slippy = underworld*
3ª feira::
pearls girl = underworld*
4ª feira:: autopilot = miss kittin*
5ª feira:: ain't talkin' 'bout dub = apollo 440*
6ª feira:: superstylin' = groove armada*
sábado:: inner city life = goldie*

*volume máximo / repeat

QUEM FLORIU ISSO AQUI?

Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?
Quem floriu isso aqui?

Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

FAQ/Feitoamãos



arti.ficial

Antes do lanche chegar...

já amanhecendo...pós formatura....vou lanchar no papão em VRB e quem me aparece?
a maior personalidade Rio Branquense (depois do Igor): Black!

a garçonete era a única pessoa de Rio branco que não conhecia o cara..tratei de apresentá-lo, assim como faço para vocês aqui agora....ele que já esteve presente em postagens antigas, está de volta ao blog..anunciando agora uma possível gravação de seu segundo CD, direto do meu celular....

aumentem o som e me desculpem a qualidade...

enquanto esperavamos o lanche, ele tratou de nos dar uma palhinha....

iguera....em sua homenagem...


Black antes do lanche chegar from Thompson on Vimeo.

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

A Música Paralela - Hermano Vianna

publicado no caderno Mais!, Folha de S. Paulo, 12/10/2003, páginas 10 e 11

Há muito tempo, o estilo de consumo musical das periferias brasileiras vem se comportando de
maneira totalmente diferente do padrão que as gravadoras aprenderam a controlar, e do qual sabem
tirar seus lucros. Nos anos 80, eu já ficava impressionado com o fato de que nos bailes do funk
carioca ninguém conseguia transformar o sucesso da pista de dança numa carreira artística estável,
como a que fundamenta outros mercados do pop.
Tudo ali era e continua sendo efêmero. A massa de dançarinos mal sabe o nome de quem canta; a
maioria dos compositores - centenas e centenas deles - só faz um ou dois sucessos e desaparece; os
sucessos quase nunca são lançados em disco e quando o são, pouca gente compra.
Funk é para se escutar no baile e no rádio, não para se transformar numa coleção de CDs. Com esse
tipo de música os fãs estabelecem uma relação bem distinta daquela que freqüentemente se tem com
o jazz, ou o heavy metal, por exemplo, onde há até competição pela posse das informações mais
esotéricas sobre seus ídolos. Não é uma questão de qualidade (diria um crítico: "funk não presta
nem para isso"), é uma relação pré-indústria cultural, mais próxima do "folclore" do que da
mercadoria rara e entesourável (que a indústria cultural, contra todas as aparências, continua
produzindo o tempo todo). O "folclore" pertence a todos, está sempre próximo, e por isso não
precisa ser tratado como algo especial ou genial ou caro (e como todo CD oficial é caro!).
Mais recentemente percebi que as crianças de hoje têm uma relação com a música em geral bem
parecida com essa postura "descartável" que identifiquei no funk carioca. Elas pedem "toca a
música 5 deste CD" quase sempre sem ter a menor idéia do nome da faixa ou de quem está tocando.
Os adolescentes também trocam MP3s pela internet, ou CDs produzidos nos seus computadores,
sem informação nenhuma sobre nomes de bandas ou de canções. E é tanta música - grande parte
gravada em estúdios caseiros e circulando por tantas mídias - que alguém que passou a gostar de
música agora não vai ter tempo nem disponibilidade para fazer pesquisa no Google procurando
mais informações sobre aquilo que mais gostou, até porque vão aparecer logo milhares de outros
sons novos que atrairão sua curiosidade cada vez mais promíscua.
Num panorama como esse, é óbvio que um camelô de CDs piratas tem muito mais chances - não só
pelo preço - de seduzir o público do que uma loja de discos oficiais, onde os produtos são vendidos
quase sempre com a aura de obras de arte (mesmo há tanto tempo na época de sua reprodutibilidade
técnica!), adequadas a um tipo de consumo sempre refinável e intensamente retro-alimentável. Se o
garoto quer comprar uma música ("aquela que fala assim 'não sou audiência pra televisão'... não sei
quem canta...") para escutar umas três vezes - se muito - para quê precisa de capa luxuosa, som
perfeito ou letra completa (com relação completa dos músicos que tocaram em cada faixa) no
encarte?
Os piratas são os inimigos "número 1" da indústria fonográfica. Mas nem toda a música do mundo
está sendo lançada pela indústria fonográfica. Portanto, imaginava eu, deveria existir em algum
lugar do mundo alguma música que seria amiga da pirataria. Só não tinha encontrado ainda um
exemplo concreto dessa relação "amigável".
Até que fui para Belém de Pará e me apaixonei pelo tecnobrega. Procurei os discos nas lojas de
discos, pois sou do tempo antigo em que todo mundo comprava discos em lojas de discos. Nada. Os
músicos mesmo me indicaram os camelódromos como os únicos locais onde poderia encontrar os
seus sucessos. Não tive dúvidas e, confesso criminosamente, comprei os meus primeiros discos
piratas feliz da vida.
O tecnobrega é a nova evolução de um dos estilos mais populares que a música popular brasileira já
produziu. Sua origem mais remota, se não quisermos ir mais longe entre antepassados seculares da
tradição romântica nacional, é a jovem-guarda dos anos 60, rock básico e escandalosamente
ingênuo, tocado com uma guitarra "chacumdum", um baixo e bateria. Quando Roberto Carlos quis
virar cantor adulto, acompanhado por orquestras, a jovem-guarda migrou para o interior, mas
manteve público fiel entre as camadas mais pobres de nossa população, passando a ser chamada
pejorativamente de brega.
O brega floresceu primeiro no Goiás de Amado Batista, depois foi passear no Pernambuco de
Reginaldo Rossi e acabou montando seu mais recente quartel-general no Pará. Na Belém pós-
lambada, todo ano, são lançados mais de 2.000 discos diferentes de brega, em muitas gravadoras
independentes.
Essa música toca nas rádios locais e nas festas de aparelhagem, que são os grandes bailes da
periferia paraense, com equipamento gigantesco formado por centenas de amplificadores,
televisores, teclados, samplers, tudo empilhado em formato de totem tribal eletrônico. Os DJs das
aparelhagens - equipes de som que levam nomes como Príncipe Negro ou Tupinambá Treme-Terra
(e a terra treme mesmo com o som ensurdecedor) - tocam de tudo, de techno a forró. Mas
ultimamente o brega tem dominado os horários mais animados da festa.
Cada vez que passei por uma festa de aparelhagem fui surpreendido por uma troca de "paradigma"
tecnológico. Vi, há não menos que 15 anos, os DJs tocando vinil, depois mudaram para CD, logo
em seguida para MD e hoje só usam MP3, fazendo mixagens com o auxílio de teclados, mouses e
monitores de tela plana. Tinha que aparecer uma música que combinasse com tal ostentação
maquínica.
Os primeiros sinais do tecnobrega foram ouvidos no verão (que no Pará se vive no meio do ano) de
2002, mas tomou realmente conta das festas de aparelhagem em 2003. É o velho brega, com batida
mais acelerada, feito só com sons de computadores. Parece um Kraftwerk de palafita, produzido sob
calor equatorial por quem escutou muito carimbó, cúmbia, zouk e Renato e Seus Blue Caps - e não
domina ainda totalmente os recursos do cut-and-paste que hoje estão na base dos softwares de
produção musical que podem ser baixados de graça em sites piratas da internet. Porém, é essa
atitude sem-cerimônias diante das máquinas que torna a música tão interessante, mais do que muito
"projeto" eletrônico-fashionista "sério" que existe por aí. Não tenho dúvida que o CD de estréia da
banda Tecno Show, a primeira tentativa do tecnobrega de lançar um disco "de verdade", "como
antigamente" (e não uma compilação feita pelos próprios camelôs), é uma das coisas mais
divertidas que apareceram na música brasileira recente.
Mesmo com CD lançado, a mídia mais importante para o Tecno Show - e outras bandas como a
Vôo Livre ou a Mega Pai D'Égua - continua a ser o MP3 que vai para os DJs das aparelhagens ou
dos programas de rádio, e para as fábricas de quintal de CDs contratadas pelos camelôs. A música
circula mais como bytes do que como objetos reais que podem ser comprados e manipulados no
mundo "não-virtual". Os músicos não têm mais gravadoras nem o custo de prensar os discos,
imprimir as capas ou distribuir os produtos - esse custo todo fica por conta dos camelôs e seus
sistemas não-oficiais de indústria e comércio. O tecnobrega assumiu a pirataria como forma de
divulgação.
De que então os músicos vivem se não ganham dinheiro com vendas de discos, nem as sociedades
de arrecadação de direitos autorais têm o mínimo controle sobre o que toca nos programas de rádio
ou nas festas de aparelhagem? Vivem das apresentações ao vivo, é claro - e nisso parecem ser
pioneiros e vanguarda da música pop em tempos pós-napster. As bandas do tecnobrega precisam da
divulgação no rádio, nas aparelhagens e no camelô para fazer sucesso e serem contratados para
shows. Por isso seus grandes sucessos são metamídia: as músicas elogiam DJs, programas de rádio
(como o Mexe Pará) e de TV, aparelhagens, fã-clubes de aparelhagens (ainda não escutei músicas
celebrando camelódromos e piratas...) E assim todo mundo encontra seu devido lugar numa nova
cadeia produtiva, totalmente descolada da economia oficial.
Quando contei tudo isso para o DJ Marlboro, principal produtor do funk carioca, ele não ficou nem
um pouco espantado e apenas comentou: quando os camelôs e os piratas se aliarem aos músicos
com contratos de exclusividade uma nova indústria fonográfica estará nascendo. Retruquei: mas aí
aparecerão os novos piratas. E assim por diante. Não há como conter ou controlar as novidades e as
dificuldades que a digitalização da cultura trazem para os antigos modos analógicos de comércio de
cultura. Ou da economia em geral.
Uma festa de aparelhagem de Belém do Pará mostra a vitalidade de uma economia paralela
brasileira e mundial, que não aparece mais nas estatísticas do Ministério da Fazenda ou do
Trabalho, nem pode ser domesticada nos acordos cada vez mais precários da Organização Mundial
do Comércio. Até as roupas que os dançarinos usam são compradas em camelôs que se abastecem
em feiras nordestinas em circuitos totalmente off-ICMS, off-notas fiscais e off-carteira-assinada.
Podemos fechar os olhos fingindo que esse mundo não existe, acreditando piamente nas estatísticas
de desemprego e fatores sociais semelhantes que são publicadas nos jornais. Podemos achar que
polícia e educação vão trazer essas outras economias para as leis oficiais e os impostos. Mas talvez
seja melhor encarar essas novidades de frente, sem ilusões (ou repressões fadadas à derrota - como
a que a indústria fonográfica ridiculamente decretou contra a troca de músicas via internet),
aprendendo com elas não a se deixar dominar pela barbárie mas sim a inventar as novas formas
caóticas - no bom sentido! - de civilização do futuro. Afinal, o que a velha economia, com seus
séculos de exploração, trouxe de realmente bom e acessível (por outra via que não a pirataria) para
quem freqüenta e ama o tecnobrega das festas de aparelhagem?



tendo 3-d ou nao, é interessante mesmo assim!

Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

http://www.socialfiction.org/gettags.php?tagski=zines

// pq: boas imagens //

The man with the movie camera

O realizador Dziga Vertov em ‘The Man with a Movie Camera’, realizado em 1929, apresenta-nos um filme ímpar com uma história ímpar. Vertov foi inicialmente entusiasta do patronato estatal tendo sido largamente beneficiado através de propaganda entusiástica. Contudo, a sua carreira no estúdio de filme estatal de Moscovo não foi isenta de preocupação e ele filmou ‘The Man with a Movie Camera’ trabalhando no estúdio estatal na Ucrânia, após ter perdido o seu emprego na capital soviética em 1927. Nos anos 30, Vertov afundou-se na obscuridade como editor de um jornal cinematográfico na então Rússia Estalinista, ironicamente, voltando ao emprego que o tinha inspirado a fazer filmes. Durante duas décadas e meia, os seus filmes desapareceram da circulação até ao degelo intelectual post-Stalin. A Europa com, as novas tendências do cinema francês dos anos 1960 recebeu os seus filmes com braços abertos e encontrou a inspiração nas suas teorias que tinham reemergido recentemente na União Soviética. Desde então ’The Man with a Movie Camera’ de Vertov tem continuado a surpreender novos públicos, fabricantes e críticos com o seu dinamismo e truques visuais.

A maior parte do filme conta as relações sociais na cidade. Em sequências rítmica e dinamicamente arranjadas ele, entrelaça a produção industrial e a sociedade. No início o filme parece observar uma ordem cronológica convencional com sequencias iniciais representando o despertar da cidade. Até certo ponto a cidade é antropomorfizada, mas Vertov trabalha também neutralmente de modo a integral os seres humanos no seu ambiente social, as pessoas despertam e então a cidade torna-se viva.
O fio condutor do filme é representado pelo cineasta epónimo que parte de casa à primeira luz do dia com uma câmara apoiada no ombro. Mas apesar da sua natureza, ao que parece, documental isto é de facto um dispositivo de conspiração, uma vez que Vertov não documenta uma determinada manhã numa determinada cidade. Isto deve-se ao facto de Vertov ter reunido as imagens em tempos diferentes e cidades também diferentes (Moscovo, Kiev e Odessa). Daqui resulta que o que fica conhecido não é a especificação de um dia único, concreto mas uma rede de actividades que traçam as funções da modernidade urbana, gente que vai trabalhar, no trabalho, que trabalha em máquinas, máquinas que transportam pessoas, a confusão a apressar-se da cidade, bem como actividades de lazer, banho de praia e desportos, tão importantes para as teorias do bem estar social dos anos 20 na União Soviética.

As diversas actividades executadas pelos habitantes e as funções atribuídas ao maquinismo e tecnologias da cidade são transportadas para fora dos seus contextos espaciais e temporais e trabalham no tecido do filme. O filme impõe a sua própria estrutura ao material. Isto serve para dividir as várias actividades em capítulos distintos (despertar, trabalho, lazer) o que de uma forma rude corresponde ao curso do tempo, da alvorada ao crepúsculo. Naturalmente esta divisão, antes de mais nada, fornece uma estrutura lógica e representa um nível da análise executada pelo filme.

Kédi a Fernanda Balian que nunca mais postou?


Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Lichtfaktor

http://www.flickr.com/photos/lichtfaktor/

Mto bom!!!

Light Painting


Happy Birthday my Love!
















Cliquem, meus lindos, cliquem

http://spinetta.myminicity.com/

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vamos dominar a moldávia, e todos o leste europeu!

http://santoacervo.blogspot.com/
blog bacana!!

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blog bacana!!

Na luta contra o imperialismo norte-americano

I Mostra desUSA de Artes Visuais no Crato
por Marcelo Terça-Nada!
Aí vai a divulgação de mais um evento de artes visuais realizado sob um formato alternativo:

O imperialismo norte-americano será alvo de reflexões e questionamentos artísticos no período de 01 a 30 de abril de 2008, na cidade do Crato, Estado do Ceará. Trata-se da I Mostra desUSA de Artes Visuais promovida pelo Coletivo Camaradas, em parceria com a Universidade Regional do Cariri – URCA, através do Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho – IEC. O evento consistirá de exposição coletiva e virtual, exibição de vídeos, debates, lançamento de livros e performances poéticas. A intenção é reunir trabalhos de artistas num processo de fruição engajada. Será selecionado o maior número de artistas possíveis. Na mostra, ao invés de exibir os trabalhos originais, serão exibidas reproduções fotográficas dos trabalhos em formato 20 cm x 30 cm. Cada artista poderá enviar até 03 (três) trabalhos. Uma das entidades parceiras do evento será o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz – CEBRAPAZ, a qual vem desenvolvendo uma destacada luta antiimperialista. O regulamento do evento está sendo divulgado em outros países da America como Cuba, Venezuela, Argentina, Bolívia e Colômbia. A mostra não terá caráter competitivo e nem premiação. As inscrições serão gratuitas e poderão ser efetuadas no IEC, localizado no campus Pimenta URCA ou via Correios. Clique e veja o regulamento.

Período de Inscrições: 20 de janeiro a 29 de fevereiro de 2008
Mais informações: coletivocamaradas@yahoo.com.br e/ou www.coletivocamaradas.blogspot.com

"Cristiane F, drogada e publicitária aos 13 anos"

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Tá foda!


http://www.myspace.com/truffaz

Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

...






diário

Igor, se liga:

http://medialab-prado.es/

Lançamento de vj software para celular e computador no Campus Party

Enviado por: "Mauro Rubens da Silva" maurorubens@hotmail.com vjmauro2006
Qui, 14 de Fev de 2008 11:04 pm


Após participação com os softwares Animobile e Kinemobile (foto e vídeo para windows), no fim de 2007, do Mobilefest http://br.youtube.com/watch?v=OeL7KwXwzFI e apresentação como VJ, depois de um tenebroso inverno, na festa de encerramento na Lov.e (convidei Beterum que trouxe tb um vj finlandês que não lembro o nome), nesta sexta dia 15/02 às 15 hs apresentarei os softwares livres e multiplataforma Animobile para celular e computador, agora no Campus Party.

Nesta quinta 14/02 irá ao ar entrevista sobre minha participação no Campus Party feita para o programa RadarCultura da TV Cultura (primeira parte do making of em http://br.youtube.com/watch?v=L8eb4x7vx5c )

O software para celular pode ser visto em:
http://www.outraspalavraslivros.com.br/applet/animobile.html
Quem tiver celular com conexão celular/computador é só baixar o .jad e .jar pro celular que deve rodar em jogos.
Por enquanto testei com sucesso uma versão para meu Sony Ericsson k300 e gostaria de saber em quais celulares esta versão funcionou e em quais não pra fazer as modificações necessárias pra funcionar na maioria. Agradeço qualquer retorno.

Este retorno ao VJ e com criação de software me trouxe muita saudades do Coletivo Tux com o pixel, Jean Habib e Albuk assim como o Varga e o Fernando e tantos outros que conheci na oficina do Etienne Dalacroax no Senac ainda no início do meu software VJ LAB. Também do Fernão e do Cris do Embolex que estavam gravando o Seminário Psicologia & Informática no Conselho Regional de Psicologia quando pela primeira vez projetei com o VJ LAB que foi uma transformação de um software de meu mestrado sobre Realidade Virtual e Psicologia Clínica. Do povo do VJBR no MIS, no DVD e no lançamento no Rio com o Jodele também.

Um grande abraço a todos dessa época e aos novos que ainda não conheço pessoalmente também.

Mauro

Bart Simpson canta cumbia villera

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now there was six times...

Zouro Dadas at lunch


Finding Jassa...

Recortes de imagens + zoom in...and found it!
rsss




A lista...






nela já tinha os beliscos...
rsss



Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Uma propaganda que deve ter sido bem difícil de ser feita....
muito foda o resultado final....
olhem com atenção a última cena...

Happy Valentine's Day

vídeo um tanto quanto diferentepara essa datas...rsss
....criticando a sociedade de consumo.

valentine's day


http://www.visitorsstudio.org/mix.pl?id=10046

Igor, o Thiago tá com vergonha de postar..

[02:02] thiago: que tipo de coisa eu posto no blog?
[02:02] Malu: qualquer!
[02:02] Malu: pode ser coisa sua
[02:02] Malu: pode ser noticias
[02:03] thiago: cosias minhas fica mto convencdo ne
[02:03] thiago: pode ser um desenho a toa?
[02:03] thiago: posso ficar postando mil desenhos?
[02:03] thiago: posso? posso?
[02:09] Malu: pode pode
[02:09] thiago: de boas assim?
[02:09] Malu: de boa assim
[02:09] thiago: sem texto algum
[02:12] thiago: taí ainda?
[02:16] Malu: to
[02:19] thiago: pq ninguem posta la?
[02:20] Malu: como assim ngm posta?
[02:21] thiago: é mais o igor e vc ne
[02:22] Malu: eh
[02:22] Malu: haeuaheuahe
[02:22] Malu: mas as vezes algfum mais posta
[02:24] Malu: eu acho esse blog mor legal
[02:24] thiago: hm
[02:24] thiago: aí chega eu e posta uns deseinhos de ratos escrotos
[02:25] Malu: seus desenhos sao legais
[02:25] thiago: esse blog é mor legal sim
[02:26] Malu: entao postaaaaaa

dois em um

Duas coisas para falar do vídeo a baixo...

primeiro que a música é super bacana...experimental...etc..

segundo, que é um puta de um vídeo em uma qualidade absurda....deixa o youtube no chinelo!
é um formato muito melhor que o atual do nosso velho conhecido "Seu Tubo"...
ilógico...confiram mais vídeos do site...

em resposta a esse site (acredito eu) a Google já anúncio que está trocando a forma de compactação dos seus vídeos e que o novos vídeos postados já terão uma qualidade bem superior ao atuais.

ahh...segue o link do site
www.vimeo.com


Modules from endemic project on Vimeo.

insight

Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

campus party + ibira a noite





lolita / no entry / outside | Vitrines

Piper Rubra - Fast Food Natural em BH

O Piper Rubra é o primeiro Fast Food exclusivamente vegetariano de Belo Horizonte. O Menu é variado. Dentre as opções de hambúrgueres estão: o de abóbora com curry, lentilha ou grão-de-bico. Além disso, bolinhos de feijão, falafel, pizzas vegetarianas e veganas em pedaços, salgados veganos, sucos 100% naturais e claro, o buffet de saladas fazem parte do cardápio do Piper Rubra.

Endereço:
Rua Fernandes Tourinho, 59
Savassi

Telefone:
31 3227-4522

Capacidade:
20 pessoas

Preço médio:
R$10

Formas de Pagamento:
Cartão de crédito, Ticket Refeição, Cheque, Cartão de débito

Aceita cartões:
Visa, Diners, Mastercard, Credicard, Rede Shop, Visa Electron

Sugestão:
Sanduba com bolinho de abóbora, salada e suco natural de manga com laranja

SÁBADO É DIA DE ALMOÇAR NO PIPER RUBRA!

Dia 16, próximo sábado, o PIPER vai trazer a Bahia pra BH.
Exclusivamente neste dia, será servida uma deliciosa moqueca, inteiramente vegetariana, com pirão especial (hummmmmmm).

Horário de funcionamento aos sábados: de 11 às 15 horas.

Piper Rubra
Saudável e do tamanho do seu tempo.







O pixel que se virou.

Quero contar uma história.

Era uma vez um pixel. Dentro da tela, tinha o rosto frio e as costas quentes. Calor que nascia, pelo menos segundo seus antepassados, havia anos, todos os dias pela manhã e morria a noite. Um mistério que chamavam de "O Sublime".

Quando nascia o calor, todos os pixels ficavam em silêncio por um tempo, depois cantavam um mantra, e mudavam, segundo o estado de espírito que alcançavam, suas cores, que podiam ser infinitamente diversas.

Um dia, o pequenino pixel teve uma idéia. Resolveu se virar. Olhou em volta e pensou: "porque ninguém teve essa idéia ainda?"... Pensou por um momento que era impossível... De repente se virou.

E então, uma luz intensa, brilhante se aproximou... e começou a pulsar, com raios brancos, alaranjados e amarelos... Maravilhado o pixelzinho pode ouvir uma voz imponente que dizia: " Bom dia, amiguinhos, já estou aqui".

Com os olhos cheios de lágrimas ele voltou. Contou a todos de sua experiência sobrenatural com "O Sublime", se tornou um pixel andarilho, passou adiante a palavra de amizade de seu criador, respirou, inspirou e seguiu até se apagar num suspiro relâmpago, cantando mantras, sereno, convicto e feliz.

 
igorigorigorigorigorigorigorigorigorigorigorigor ajudame

Malu, vou fazer "Vjing" terça, 20h na PUC: Cinematic Orchestra + Vertov x Sayag Jazz Machine + Eisenstein

Que porra é MIDI

MIDI é a sigla de Musical Instrument Digital Interface. Com uma existência de 12 anos, o MIDI ganhou uma grande e rápida aceitação no meio profissional da indústria. Não só permite uma criação mais rápida de composição musical, como permite a um só compositor, criar uma faixa musical como se fosse uma banda composta pela polifonia de diversos instrumentos. O MIDI foi introduzido em 1983, tendo sido desenvolvido em cooperação entre as principais indústrias de música e os fabricantes de instrumentos electrónicos, como por exemplo a Roland, a Yamaha e, a Korg entre muitos outros. Nunca ninguém tinha suposto nem previsto, as possibilidades que poderiam ser criadas usando este protocolo de comunicação tão poderoso.
O protocolo de comunicação MIDI permite que dispositivos electrónicos (normalmente sintetizadores, mas também computadores, controladores de projectores em espectáculos, VCR's, gravadores multipista, etc.) interagirem e trabalharem sincronizados com outros dispositivos MIDI compatíveis.
Usando, por exemplo, um dispositivo controlador principal, como um teclado, o utilizador pode controlar os sons de outros dispositivos electrónicos, ligados remotamente. Este facto elimina a necessidade de um teclista só com duas mãos, tentar tocar em 9 ou 10 teclados à sua volta. Ele pode tocar unicamente um só teclado, e através duma ligação MIDI, controlar todos os outros, fazendo-os soar, ou até mesmo controlar um sintetizador ou caixa de ritmos. A melhor analogia para o protocolo MIDI, é a ligação de 2 ou mais computadores numa rede ou por modem. Do mesmo modo, os computadores partilham a informação entre si. O MIDI não envia a nota musical tocada, mas sim uma informação sobre ela. O dispositivo receptor é que decodifica a mensagem e faz soar a nota respectiva usando os seus próprios recursos, recebendo também informação sobre a duração, o ataque, etc.
A base desta informação é o byte, o que permite a transferência de uma grande quantidade de informação. Este protocolo dispõe de 16 canais de comunicação, e as unidades conectadas, têm de estar programadas por forma a que em cada canal, a informação seja recebida e descodificada. Um dos bytes mais importantes, é o de status. Este pode assumir Note Off, Note On, System Exclusive (SysEx), Patche Change, etc. Por exemplo o byte Note On, indica ao dispositivo para tocar a nota. Os 2 seguintes, indicam o timbre e a velocidade da nota. Seguidamente é enviada informação para terminar de soar a nota (Note Off). Esta última, também possui 3 bytes com as mesmas funções. Para não complicar a terminologia, direi somente que o byte SysEx, é dos mais poderosos pois permite alterar configurações dos sistemas que se pretendem controlar, usando os bytes que normalmente são fornecidos nos manuais desses dispositivos.
O protocolo MIDI tem vindo a ser ampliado de forma a disponibilizar outras característica para os músicos profissionais. Algumas notas incluem o MIDI Time Code (que permite a sincronização de vídeo e áudio), Sample Dump Standard (que permitem a transferência de arquivos de áudio digital) e MIDI Show Control (que permite controlar dispositivos usados em espectáculos e teatro por exemplo).

http://amilcarsoares.tripod.com/MIFIfaq.htm

The Science of Fairy Tales
Chris Gorski
American Institute of Physics
LiveScience.com
from yahoo.com news

Kids of any age love to read fairy tales because the storyline never limits the possibility that anything could happen. Curses, spells, and handsome princes reign in worlds beyond the reader’s imagination.

But are the most magical moments from some of our favorite stories actually possible? Basic physical principles and recent scientific research suggest that what readers might mistake for fantasies and exaggeration could be rooted in reality.

So suspend your imagination for a moment, and look at the following fairy tales as a hard-core scientist might.

In the Brothers Grimm story of Rapunzel, a witch holds a beautiful young woman captive in a tower. Rapunzel is blessed with a lovely singing voice and long, long blond hair. One day, her voice enchants a prince passing through a nearby forest. They fall in love, and Rapunzel lets down her hair so that the prince may use it to climb the tower to meet her. This chain of events begs readers to ask a question. Can human hair support the weight of another person?

On average one strand of hair can support about three and one-half ounces, or about the weight of two candy bars. Each strand of dark hair is generally thicker, and therefore stronger, than blond hair.

But, alas, Rapunzel must make do with blond locks. Given that blondes generally have about 140,000 hairs on their heads, her hair should easily support the weight of many, many princes. However, there is more to this story.

If Rapunzel simply let down her hair and the prince started climbing immediately, her hair would not break, but it might rip out. Also, the rest of her body might not be able to support the weight. Thankfully, there are strategies that she can use to help reduce the strain on her head and body.

Nathan Harshman, Assistant Professor of Physics at American University in Washington, DC, suggests Rapunzel would be safer and more secure if she tied her hair around something before lowering it. “The whole idea is that you can use the friction of the hair against itself in the knot, and whatever it is tied around will support the weight of the prince.” That is a much better idea than making Rapunzel’s scalp the anchor point.

The Little Mermaid

In the Disney version of Hans Christian Andersen’s The Little Mermaid, Ariel (the mermaid) asks a witch to make her human because she has fallen in love with a human prince. The witch bargains with Ariel and takes her voice in exchange for performing the transformation. For a considerable part of the story Ariel cannot speak, which is a problem because the prince can only recognize her by her incredibly beautiful singing voice. Later, she recovers her voice and wins the love of the prince (sorry to spoil the ending).

In the story, Ariel loses her voice because of a curse. However, a less skilled sorceress could use a different method to silence a singing mermaid. Scientists have figured out a way to bend sound waves around an object and, can even prevent the escape of all sounds created inside a given area (important for keeping a transformed, singing mermaid from being heard).

Recently, Steve Cummer, Associate Professor of Electrical and Computer Engineering at Duke University announced that it is theoretically possible to create such a sound shield. Building on research demonstrating how light waves can be bent around an object to make it appear invisible, Cummer and his collaborators used mathematical analysis to show how to do the same thing with sound. They established that it is possible to create a material that bends sound waves around walls, pillars, or any enclosed area, where the sound waves emerge as if nothing had been in their way. It would be like someone in the bedroom being able to hear what someone in the living room said, but as if there were no wall between them.

A side effect of this discovery is that sound waves generated inside the enclosed area would never escape. If the witch had been extremely clever, she could have built this material, and there would have been no need for a curse. Or maybe she did, and a transparent sound shield based on these principles was what enveloped Ariel until her love for the Prince melted it away, finally releasing her melodious voice for the Prince to hear.

1,001 Arabian Nights

One of the most exciting objects found in fairy tales is the flying carpet. In tales from a wide variety of cultures, including 1,001 Arabian Nights, these tangled tapestries take flight to carry people vast distances. Flying carpets are clearly impossible, right?

Three scientists recently published a paper in the journal Physical Review Letters showing that there are conditions under which a carpet could fly. They used the basic laws of physics to show that a small, thin carpet could fly if the air were vibrating at the right frequency, much like how a piece of tissue paper floats softly to the ground when it is dropped. Their calculations showed that small waves of air in repeated fast pulses could steer a carpet at a speed of around one foot per second.

Don’t expect to see Aladdin flying by anytime soon, but the scientists write that all of their conditions “are within the realm of possibilities in nature and in technology. Making a heavy carpet fly would, of course, require a much more powerful engine, and our
[calculations] suggest it will remain in the magical, mystical, and virtual realm as it has existed for millennia.”

Perhaps some fairy tales are more grounded in reality than others. Or maybe these precious stories are exactly what we thought they were. An idea is fertilized by the imagination and expanded beyond what seems possible. Or maybe science has come so far over the years that scientists are looking beyond the problems of the physical world and into the imaginations of children for their inspiration.

What could be next? Perhaps a scientific debate over the temperature at which porridge is considered “just right.”

Top 10 Beasts and Dragons: How Reality Made Myth
The Surprising Realities of Mythical Creatures
The Science of Sea Monsters

This article was provided by Inside Science News Service, which is supported by the American Institute of Physics.
Original Story: The Science of Fairy Tales

Estava
pensando...
esse
blog
é
uma
bomba
híbrida

AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO PARCIAL


Nº do Pedido: 07/060
TÍTULO DA PESQUISA: Desdobramentos do audiovisual: on e offline
Nome dos pesquisadores: Marcus Bastos
Aluno: Maria Luiza Teodoro Guimarães

Emissão de Parecer (se necessário, indicar sugestão)

O relatório de Malu Teodoro é exemplar no sentido esperado para um trabalho de excelência em Iniciação Científica. Nele nota-se um criterioso cuidado no tratamento do assunto, respeitando os autores estudados, ao mesmo tempo em que mantém independência na escrita. Essa independência se dá no sentido do desprendimento, tanto dos autores utilizados, quanto do projeto do orientador.
O surgimento de novas hipóteses aponta para o aprofundamento do projeto em linha que merece ser seguida e levada além da Iniciação Científica.
Os resultados obtidos até o momento são extremamente valiosos, dada a discussão de um tema em plena afloração, e isso se dá a despeito de toda a dificuldade e o experimentalismo que o campo apresenta. Isto é, a bolsista soube unir observações do campo e fundamentos teóricos que, embora trazidos de zonas afins, puderam ser aplicados com maestria no seu assunto.
Nenhuma observação merece ser feita, a não ser a de que se continue nesse ritmo e qualidades aqui apresentados.
Dadas às propriedades acima descritas, é imperioso aprovar-se o relatório apresentado.


Avaliação do Relatório Individual de cada pesquisador
(X ) Muito Bom ( ) Bom ( ) Regular ( ) Insatisfatório

Resultado da Avaliação do Relatório
( ) Retornar ao autor para complementação/reformulação
(X ) Aprovado
( ) Aprovado com observações para o relatório final
( ) Não Aprovado



aqui

Como sobreviver no primeiro mundo? – parte VI

por Carol Sbaile

Sbaile em: Luzes! Câmera! Desastre!

Sei que faz um tempo que não envio os textos a vocês. É que a vida aqui
anda doida.
Ainda tô lá no restaurante grego trabalhando.
Ainda tô estudando.
E não tô mais namorando.

- Jeremy, você é um banana.

Essa foi a última coisa que disse ao meu ex. De fato, o Jeremy é um
banana. E de banana o mundo tá cheio. E eu, cheia dos bananas!

Minha vida amorosa é um caos e o principal motivo disso é a minha visão
a respeito dos homens. Homens são bananas.

Chorei após o meu término com o Jeremy porque todo final de
relacionamento é triste. Só por isso. Ah, e porque eu sou mulher. E talvez porque
eu seja latina também.

Enfim. O Jeremy já era.

Fica aquela sensação de que tá faltando alguém. Mas quem?

Deixei pra lá. Tenho tanta coisa pra fazer que, no geral, deixo minha
vida amorosa de lado. Vou de pantufas pra faculdade.

Professor de Pós Produção:

- Sbaile, você veio pra faculdade de pantufas?
- Huh?
- A Srta. veio à universidade de pantufas?
- Ah! É... tá frio hoje.

Tá. Aí eu penso comigo mesma: Como vou conhecer o homem da minha vida
quando estou de pantufas?

Mas depois penso de novo: Foda-se o homem da minha vida. Já me basta
aguentar o meu chefe grego gritando o dia todo comigo e o Professor
DelSordo explicando sobre rotoscopia avançada às 7 da manhã (E não,
rotoscopia não é um exame médico!). Não tenho tempo de escolher salto alto às
cinco da matina quando acordo.

Saio da faculdade e vou pro trabalho.

- Boa noite, Nick. Tudo bom?
- Atrasada de novo! Não sei mais o que fazer com você.
- Foi mal, Nick. Fiquei trancada num laboratório fazendo rotoscopia por
cinco horas hoje.
- Você tá doente?
- Hmmm… Vou ficar boa logo, não esquenta.

Tem um garçom novo trabalhando comigo: o Bobby. Segundo o próprio
Bobby, ele é apaixonado por mim.

O Bobby tem 19 anos.

- E então Sbaile... O que vai fazer no dia dos namorados?
- Trabalhar.
- Quer ir tomar um sorvete depois?
- Bobby... Na boa...
- Eu só preciso de uma chance!
- Quer que eu te faça feliz, Bobby? Escuta essa, ganhei um convite pro
show do Flogging Molly no próximo final de semana mas tenho que
trabalhar. Vai ser em Orlando. Quer ir no meu lugar?
- Sbaile… Um dia, eu vou casar com você. Sério, eu morro de amores por
você!

O Bobby usou a palavra amor. Eu parei e refleti um minuto sobre o que
ele estava falando.

Já há algum tempo eu não ouço que alguém me ama. Lembrei do Jeremy, que
eu nunca amei. E depois lembrei do Edu, que eu amei desde o dia em que
vi pela primeira vez. Ele tava usando uma camisa que tinha o mapa do
metrô de Nova York estampado quando virou pra mim pela primeira vez e
disse “Oi”.

Eu amava o Edu antes de conhecê-lo. Eu tinha amado o Edu por dezoito
anos quando o conheci.

- Bobby... Você não faz idéia do que é morrer de amores.
- Claro que faço!
- Amor só existe quando é recíproco.
- Mentira. Amor só existe quando é incondicional.
- Amor incondicional que não é recíproco vira puro sofrimento.
- É isso que você faz comigo, Sbaile. Você me deixa no completo estado
de sofrimento.
- Bobby... Você não faz idéia do que é sofrimento.

Tirei cinco minutos de break pra fumar um cigarro.

Naquela mesma semana, eu gravaria meu comercial para a aula de Produção
Televisiva. O professor dessa matéria, Sr. Brad Waterman, tem um
problema comigo: ele acha que eu não tenho talento algum.

Sou ignorada durante a aula inteira. O Sr. Waterman não liga pras
minhas idéias ou comentários; às vezes ele franze as sobrancelhas e faz uma
cara de dúvida que vem seguida de:

- Desculpa, não estou entendendo seu sotaque.

O projeto tinha que ser um comercial para TV e o professor foi bem
claro quanto ao que queria:

- Algo memorável! Que vire marca, que fique na cabeça do espectador.

Minha idéia foi um comercial do Axe para mulheres. Logline simples:
Homem está com a namorada, vai ao banheiro e decide usar o Axe da menina.
Homem sai do banheiro transformado numa loira gostosona. Entra o
slogan: “Novo Axe para mulheres. Somente para mulheres”.

É claro que o Sr. Waterman não gostou da idéia.

- Que se foda esse maldito Waterman! Não vou dar bola pra um filho da
puta chamado Waterman. Que porra de nome é esse, afinal?

Possuida por uma raiva sem fim e cansada das críticas do maldito
professor, desenhei uma caricatura do mesmo: lá estava ele, vestido de super
herói, com capa e tudo. A arma do Water Man é o próprio pinto dele, que
na verdade é uma mangueira gigante. Water Man é o super-herói bombeiro
da nova geração.

Afetado por uma doença terrível de gigantismo peniano, o pequeno Brad
não sabia aonde enfiar o pau durante toda infância. Cresceu sem fazer
sexo. Aos 16, viu os meninos do colegial colocarem fogo no laboratório de
ciências.

Mas Brad morria de medo de fogo. Lembrou do trágico episódio no qual
sua mãe pega o marido na cama com outra e queima ambos, o pai do Brad e a
amante, vivos!

Sem saída ao ver todo aquele fogo na escola, o pequeno Brad não viu
outra alternativa se não se mijar inteiro.

E foi aí, meus caros... que little Brad se transformou pela primeira
vez em Water Man – o super-herói bombeiro da nova geração...

- Triiiimmm.... Triiimmm.

Mas que merda de telefone! Quem me liga às onze da noite enquanto tô no
meu ápice de criação cartoonista?

- Oi Sbaile. É o Aaron, da aula de Produção Televisiva.
- Ah.

Aaron é um caipira do Alabama. Gente boa o garoto.

- Tô precisando de ajuda com o meu comercial. Você pode me ajudar com a
iluminação?

Pelo menos alguém percebeu que eu tenho talento!

- Tá. Você me ajuda com o meu comercial do perfume?
- Fechado.

Aquela semana tava uma loucura. Era semana de prova e minha tia
resolveu trocar o silicone por um ainda maior e fazer lipo nas ancas.

A reforma da titia significa, basicamente, que eu teria que ficar
cuidando da paciente em casa no meu tempo livre.

Bicho! Semana de prova, a faculdade fica uma hora da minha casa,
trabalho, estágio e a porra do projeto pro professor com gigantismo peniano.
Não tem outra semana pra trocar a porra do peito?

Eu fiquei doida. Pensava nos milhões de coisas que tinha pra fazer,
contas a pagar, sofrimentos amorosos, provas para estudar... E o peito
novo da minha tia!

Olha, pra ser sincera, se peito tamanho 48 levasse você a algum lugar,
eu estaria bem melhor do que tô agora, viu...

...Enfim.

O negócio é que eu tinha que provar para o filho da puta do Professor
Waterman que eu tinha talento, sim senhor! Só que quem paga a faculdade
é a minha tia que resolveu dar um jeito na carcaça; então era mais que
meu dever cuidar da mulher que me dôou 40 mil dólares em créditos
universitários.

Que situação!

O Aaron concordou em ser meu ator. Eu só tinha o sábado pra filmar.
Tinha um sábado, o Aaron e minha tia na mesa de cicurgia até às 6 da
tarde. Arrumei uma modelo pra fazer o papel do cara quando sai do banheiro
transformado numa gostosa. Ela é loira, ele é loiro. Ela tem olhos
verdes, ele tem olhos verdes. Ela é uma puta gostosona!

Melissa Schummacher. Minha modelo. Linda! Rosto de capa de revista,
malhadona, cabelo comprido, sobrancelhas largas, peitos 48. Taí a prova de
que peitos 48 não te levam a lugar algum. Se levassem, a Srta.
Schummacher estaria num comercial real do Axe e não trabalhando de graça pra
mim num projeto merreca de faculdade.

Sábado. 6 da manhã. Eu dirijo até Fort Fucking Lauderdale e pego uma
Canon HD, kit com 4 luzes para estúdio, tripé, rodas para tripé, monitor,
cabos RGB e um Jib.

Você não sabe o que é um Jib, né? Pois é... O Jib é um trambolho
gigantesco que é colocado horizontalmente sobre o tripé e ajustado com sacos
de areia. Dessa maneira, o Jib funciona como uma gangorra. A câmera,
por sua vez, é colocada no topo do Jib. As rodas para o tripé vão,
obviamente, abaixo do tripé.

Tudo isso permite que você tenha movimentos panorâmicos e ângulos
extremamente altos.

Também peguei um merlin: suporte para câmeras que oferece balanço ideal
para movimentos humanos. Por exemplo, pessoa correndo ou andando.

Tudo isso não leva menos de uma hora e meia para ser ajustado.

Filmar é, infelizmente, tão complicado quanto parece. Agora... Eu sou
uma amadora total. Imigrante latino-americana com um inglês meia boca
usando equipamento profissional. É claro que nada vai funcionar do jeito
que deveria.

O Jib não sobe, o monitor não liga, o merlin tá parecendo um pinto
brocha e a câmera fica caída pro lado, os atores já estão de saco cheio, a
sombra no rosto da Melissa atrapalha o take e a cor vermelha da parede
está vazando na tela.

São três da tarde quando tudo finalmente está funcionando.

São oito da noite quando terminamos de filmar um comercial de 30
segundos e minha tia está histérica no quarto porque as luzes de estúdio
esquentaram a casa toda e ela ficou suando feito um porco antes do abate
durante duas horas.

A próxima semana chega e eu tô um fiasco de ser humano. Pra me ajudar
bastante, os freios do meu carro decidiram parar de funcionar. Tô eu no
meio da estrada, sem freios e com um Jib no topo do carro amarrado por
cordas de Ski que meu vizinho me arrumou. Perdi o dia de trabalho,
levei berros do grego (em grego com tradução para o inglês) e morri com 230
dólares entre guincho e mecânico.

Chego em casa e vejo flores na mesa. Flores?

- Dia dos namorados. Meu namorado me mandou flores e chocolate. – minha
tia.
- Então fala pro imbecil do seu namorado que ele é um clichê em forma
de ser humano macho branco adulto americano que faz clareamento
dentário! (Ele realmente faz clareamento dentário!!!)
- Credo! Que humor!
- Maldito dia dos namorados do cacete! Casais felizes são um porre!
Fooooodam-se vocês, casais felizes do inferno! Morram!!! Aaaaahhhh!

Me tranco no quarto e durmo de jeans.

Dia da apresentação dos comerciais.

- Meu comercial tá uma droga.
- Seu comercial tá o melhor de todos, Sbaile! Profissional pra cacete!
– Aaron.
- Caralho, Sbaile... Como você pegou esses ângulos aereos? – Jimmy.
- Sério que vocês acham que tá bom?
- Sbaile, seu projeto é o que eu chamaria de... simplesmente...
profissional. Algo que eu consigo imaginar a própria marca Axe usando. As
cores, o modo como os brilhantes do vestido da sua modelo refletem nas
paredes vermelhas, os ângulos aereos, a direção de atores... Tudo me parece
profissional. Parabéns, foi um dos melhores comerciais que eu já vi na
história dessa aula. – Sr. Waterman.

E a partir daquele instante, tudo começou a se juntar na minha cabeça:
Os freios que não funcionam, a lipo da minha tia, os meus dramas
amorosos, meu chefe me xingando... naquela hora, eu entendi porque os
sacrifícios valeram a pena e porque a minha vida idiota no sul da Flórida faz
total sentido. Foi, de longe, melhor que flores e chocolates.

E para os que querem ver o comercial, uma notícia trágica: esqueci
minha senha do Youtube. Vou criar uma conta nova e postar a versão para
internet logo, logo. Aguardem!

yo?

why?

Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008

OS REIS SÓIS

Olavo Walter


Os momentos maravilhosos, daqueles em que tudo se suspende e torna-se brilhante como uma esmeralda refletida num espelho só existem em sonhos. E naqueles em que você está suspenso, ou seja, com o lombo descansado em uma tranqüila rede de tecido cearense, à sombra de um telhado e há alguns segundos de uma fonte de água gelada, cristalina e engarrafada.
Pois bem. Encontrava-se Marcel em um estado milagroso como este quando o telefone tocou:

- Olá Marcel, disse a voz rouca do outro lado da linha de transmissão telefônica, eu sou você amanhã.
- Não, eu não quero mais nenhum seguro contra fumo, sou mórmon.
- Como assim, mórmon? Você não reconhece a minha voz familiar?
- Não é uma voz familiar, é algo como zumbidos de abelha fervendo numa bacia de coca-cola.
- Não seja tão rude, continuou a voz rouca. É Didier, seu parceiro de crimes horrendos, que história é essa de mórmons? Temos de executar umas tretas.
- Que tretas?, respondeu, como se um pano preto de chumbo caísse sobre seu descanso.
- Tretas escabrosas. Coisa sinistra.
- Não, não. Quero dormir e sonhar com unicórnios rosas, na minha rede bege de tricô cearense.
- Ah, agora você vem com esse papo de conforto, vida mansa e tranqüilidade ao ar livre. Sabe o que você é, Marcel?
- Ahm, não?
- Um grande e preguiçoso comodista. Um ingrato que não se vale das coisas da vida real, um nefelibata desvairado que gosta de dormir com menininhas de doze anos e se vestir com roupões de seda. Você já imaginou a que ponto chegaria sem a vida das Tretas Escabrosas e dos Esquemas Sinistros e das Paradas Cabulosas?, o monólogo era interrompido, em alguns pontos, por intermitências sonoras que ora pareciam pigarros roucos, ora roncos das mais profundas trevas do universo.
- Sim, eu seria um professor de Metafísica, como meu pai, Escher, minha mãe, Rouniq, e meu tataravô Georges.
- Caia na real, seu pai reutilizava sacos de arroz para se vestir, seu tataravô morava em uma cabine telefônica e sua mãe era puta. Que alucinação, todos os seus bens fantásticos, como sua geladeira de madeira, seu colchão de água e até seu gato homossexual foram frutos das Tretas Sinistras! Você deveria abaixar a cabeça à Santa das putas e dos cabulosos e se desculpar por essa conduta de desvios politicamente corretos, por esses pensamentos éticos que assolam seu cérebro de manga-rosa. A treta é a seguinte...
- Você é um mentiroso.
- A TRETA É O SEGUINTE.
- Você é um mentiroso, um velho palhaço que gosta de estuprar putas e bater em masoquistas.
- Escuta aqui, você quer ouvir qual é a treta?
- E meu gato não é homossexual, ele só é frouxo.
- Uma bichinha que nem você, seu viadinho. A TRETA É O SEGUINTE...
- Eu não quero ouvir sobre tretas, agora eu sou mórmon, vivo com os animais, prego a minha religião...
- Eu vou pregar as suas pregas com meu negão Astolfo se você não ouvir qual é a treta.
- Seu negão Astolfo é sinistro?
- Dos mais cabulosos.
- E ele vai com a gente?
- NÃO, porque ele é o MEU negão.
- Não perguntei o porquê, você poderia ter sido mais sucinto.
- Eu sou sucinto com a minha arma de matar pessoas.
- Não é uma arma de matar pessoas, é só um cano de metal amarrado num cabo de vassoura.
- Mas ele mata pessoas como você. De susto. Bichinhas como você.
- Tudo bem, me conta então qual é a treta.
- Então tá. O negócio é o seguinte, Marcel, a parada tá trucando e os manos tão chegando na colundria. A treta cabulosa dos manos já tá fina, os malucos tão comandando geral e esquematizando a nebulosidade das putas e das drogas, tudo com cocaína, heroína, mafagafos e oleúdes. Na maior esbórnia geral, pegou fugiu, caiu morreu, o tempo é pouco, a tampa é preta.
- E como tá a treta?
- Periculosa, terminou a conversação Didier, separando cada sílaba da palavra como se fosse uma tira de banana seca grudada num bloco de bananas secas.

Às onze e vinte, como combinado, estavam todos na casa de Marcel. Didier, Marcel, e o Negro Astolfo. Didier vestia uma camisa florida, calças brancas e quase não passava despercebido o imenso cano que pendia de sua calça. Negro Astolfo usava um chapéu coco e fedia a alho.

- Você fede alho, cara, alho, disse Marcel ao vê-lo entrar pela sua porta de sapê, o que Negro Astolfo respondeu com seu velho e personalista golpe do soco no queixo.

* * *


Pessoas assim não dirigem carros nem podem ir ao teatro, disse Negro Astolfo, ao observar Marcel acordar, com as mãos envergadas uma para cada lado, o rosto contorcido numa horrível careta estática e as cadeiras deslocadas 20cm para a esquerda em relação às juntas das pernas.

- Não, meu caro Negão, pessoas assim têm vagas exclusivas e sentam na primeira fila do teatro, respondeu Didier, observando a criatura decadente que se desenrolava no tapete coberto de alho e galinhas mortas. Vocês africanos não conhecem a civilização e as leis para debilóides?
- Não senhor, só a AIDS, mesmo, respondeu Negro Astolfo, deixando bem à vista seus brancos dentes em contraste com sua face de ébano podre.

Marcel acordou novamente de estados sublimes de consciência, das mais vastas e brilhantes e veludosas regiões do sensível para sentir o gosto de guarda-chuva mofado de terça-feira chuvosa na sua boca nojenta. Olhou ao redor, galinhas mortas, alho e óleo, uma mesa de pingue pongue e uma fogueira, onde se queimavam uma geladeira de madeira, um gato homossexual e uma rede de tricô cearense.

- Ó meu deus, anos de luta nas tretas escabrosas e vocês queimam tudo?, começou a gritar em prantos, esperneando como um retardado no tapete sujo de sangue de galinha e alho e óleo. Ó MEU DEUS, O QUE EU FIZ PARA MERECER ISSO, CONCURSO PÚBLICO?, repetia, seguidamente.
- Nós somos maus para caralho, e se você quiser mesmo renegar seu passado, assine esse papel – e deixou à mostra um papel higiênico cagado e sangrado – assine aqui que nós estupramos a sua mãe, comemos o seu pai e alugamos sua casa para ciganos, disse Didier, seco e confiante no que estava falando.
- Oh não, é muito sofrimento para um mórmon francês!, esperneava horrivelmente Marcel, relutando em acreditar.
- Ou você pode assinar esse outro papel – e tirou do bolso um maço de papeletas timbradas, com carimbos de cartório e tudo o mais – renegando sua vida mórmon e devotando tudo o que vier para a vida de tretas e cabulosidades periculosas. Nós podemos até trazer o seu gato homossexual de volta, apenas têm de assinar.
- Ok, respondeu Didier, e apertou as mãos de Didier com o sorriso amarelo de negociantes turcos, posando logo para a foto que era tirada por Negro Astolfo.
- Você é um idiota, Marcel, disse Didier, logo após ratificar o contrato.
- Por quê?
- Sua geladeira continua no córner da parede, você está deitado na rede de tricô cearense e seu gato está nesse momento lambendo o seu ânus.
- E o que era aquilo que estava sendo queimado?
- Réplicas.
- Réplicas?
- Réplicas. Precisávamos delas para fazer o ritual de passagem de sua religião. Agora você não é mais mórmon.
- E para onde eu vou agora?
- Para o inferno dos mórmons -. Uma sombra negra assolou o rosto de Marcel – Mas não se preocupe, continuou Didier, é a mesma coisa que o paraíso dos muçulmanos, mas ao invés de vinte mil virgens, vinte mil vegans terá.
E foram se arrumar para as tretas cabulosas daquela noite sombria e chuvosa de sábado.

***

As ruas estavam mal iluminadas pelos rastros amarelos dos postes esparsos. Suas bolas de luz refletiam no asfalto molhado, desenhando seqüências de reis sóis incas a cada esquina. O pára-brisa tecia sua sinfonia irritante esfregando suas abas de plástico no vidro liso e molhado. Negro Astolfo dirigia um opala negro de vidros opacos, com faróis de neblina. Iam por entre os bairros escuros e desertos. Fumavam altas maconhas no caminho.
O rádio tocava noticiários solitários, e um homem com uma voz de gravata borboleta e chapéu de palha conduzia seu programa jornalístico.

“...entretanto, as nove pessoas que foram encontradas com buracos de bala nas cabeças eram apenas artesãos colombianos e, vocês sabem né gente, a polícia arquivou o caso e mandou um cumprimento especial aos executores do crime. E uma nova geringonça foi usada pela Polícia Especial de Santa Afonsa para mandar essa mensagem aos nossos amigos assassinos. Uma onda magnética foi construída com ajuda dos melhores computadores e, junto com a mensagem de agradecimento, fogos de artifício e um belo one hit wonder dos anos 80 também foi compactado nesse maravilhoso formato, que ecoou pela atmosfera numa freqüência só captável por cérebros malignos. Por falar em cérebros malignos, pessoal, que incrível a vitória do Garoto Elias, que sobreviveu depois de ter seus olhos comidos por um urubu...”

Não prestavam atenção a nada disso, apenas mantinham seus olhos fixos na estrada reluzente. Logo após doze ou treze quarteirões repletos de cachorros insones, pararam. Negro Astolfo precisava urinar.

- Seu negro tem a bexiga de uma garotinha, disse Marcel, após Negro Astolfo sair do carro.
- Vou contar à ele quando voltar, respondeu Didier.

Seguiram por mais algumas quadras, e chegaram ao Porto. Assim como todos os portos de cidades idiotas, era sinistro, sujo, e tinha putas.
“Seu carro cheira a drogas”, gritou um mendigo que se coçava, nu, envolto numa mangueira e encostado num poste. Seguiram sorrateiramente. Negro Astolfo arrastou o indigente e o jogou na água, fazendo muito barulho. Várias putas aparecem.

“E aí gostosos, querem uma diversão?”, perguntaram algumas, cheias de herpes nos lábios. Outras, mostraram seus seios carcomidos por lepra e lamberam as mamas umas das outras, cheias de pus alheio. Era uma cena linda. Marcel segurou uma ereção mordendo os beiços.

- Saiam daqui, sua vadias, somos manos cabulosos, disse Didier, para afungentar os animais. Negro Astolfo mostrou o pau, e algumas saíram correndo. Outras, ajoelharam-se a seus pés e os seguiram, pelo porto.
Há quinhentos metros de distância havia um poste, solitário, e podia-se observar uma movimentação suspeita de tretas acontecendo. Um homem, encostado num capô de um carro, fumava um cigarro e soltava muita fumaça pelas narinas. Pelo seu sobretudo negro, podia-se deduzir que era um negociante periculoso. Seguiram, sorrateiramente, com os gritos do mendigo afogante de um lado e os murmúrios lastimosos das putas beatas do outro. Marcel batia o solado de madeira de sua sandália contra o chão, Didier arrastava o cano de ferro no chão e Negro Astolfo segurava seu orgulho para este não arrastar no chão de chapisco. Estava tudo cheio de merda de cachorro.
Silenciosamente, como uma orquestra de apitos da Itália, chegaram à vista do homem de sobretudo, que soltava fumaça das narinas apoplecticamente. Este abriu o sobretudo e, nu, começou a dançar de um só pé e balançar seu orgulho ao vento. Alguém gritou:

- Queremos fazer tretas.

O homem parou, fechou seu sobretudo e, seriamente, colocou um chapéu negro:

- Me desculpe, é porque sou um peladão nos momentos de escassez. O que vocês querem vender, suas putas? Mande-as ficar em pé.

No mesmo momento, todas as putas levantaram, deixando à mostra seus joelhos sujos de bosta e carcomidos em sangue pelo chapisco do Porto.

- Não exatamente. Não queremos vender, queremos comprar – disse Didier, com segurança na fala.
- O que, mais exatamente? – perguntou o peladão, que agora expelia fumaça pelas orelhas também.
- Drogas. E armas.
- Venham aqui. – e, levantando-se do capô do carro no qual se encostava, adentrou por um beco cheio de caixas velhas, até chegar a uma kombi velha e bege, com um imenso letreiro escrito TRETAS. Abriu a porta traseira. Didier e Marcel colocaram suas cabeças para dentro do veículo, Negro Astolfo rolava no chão molhado de esgoto com as putas ensandecidas.

- Olha, só. Há muitas drogas aqui, Marcel. E armas também. Podíamos fumar todas essas armas e matar pessoas com todas essas drogas, disse Didier.
- Quanto é? – perguntou Marcel.
- Milhares de dinheiros, disse o peladão, que agora soltava fumaça também pelos olhos e pelo septo.
- Tudo bem. Negro Astolfo, traga a mala de dinheiros.

E fizeram negócio.

***

O sol já nascia no fundo das nuvens translúcidas e uma coloração rosa-choque tomava conta da cidade. Negro Astolfo não dirigia mais o carro, apenas sentava-se no banco de trás com quinze putas ensandecidas dormindo nos seus ombros. Fumavam muitas drogas e dirigiam como doidões Marcel e Didier, que se revezavam ao volante e na preparação do crack. Os postes ainda continuavam ligados, seus sensores de luz estavam descontrolados e uma crise energética de dimensões escabrosas iria assolar Santa Afonsa em alguns meses. Mas, neste meses, as tretas de Didier e Marcel estavam rolando. Deram uma volta dupla numa praça, e isso foi o bastante para despertarem a atenção de alguns guardas.

- Olhe, Marcel, estão nos seguindo, dizia Didier fritando os pneus no asfalto molhado como ovos no azeite. – Eu acho que eles querem nos comer.
A viatura saiu de trás de uma árvore como um cagalhão sem rumo, e iniciou-se a perseguição cruel. Se ganhassem um centavo para cada calafrio que os acometia naquela hora perversa, estariam ricos. E se ganhassem um centavo para cada dez novas espécimes de microorganismos que eram criadas no banco de trás, ficariam multimilionários. Andaram mais alguns quilômetros atropelando algumas pessoas e barracas de cachorro quente, e a treta já estava sinistra.

- Vamos ter de dispensar peso, disse Didier, e pegou uma das putas pelo pé e a jogou da janela. A puta girou no seu próprio eixo enquanto quicava pela auto-estrada até parar, toda ralada e nua, na mureta lateral. A viatura parou, bruscamente. De dentro do carro, saíram dois policiais com garfos e facas e iniciaram o banquete. Aqueles eram tempos difíceis.

- Ufa, estamos livres!, disse Marcel.

- Não! Vocês mataram o amor da minha vida. Agora tudo o que restará de minha existência será cinza e sem sabor. Não haverá mais tardes de calor nas praças, noites de amor com odor de dama-da-noite, nunca mais apreciarei o rico sabor de um tomate colhido numa época de estiagem ou de um vinho preservado por séculos num barril de madeira. O horizonte nunca mais se explodirá em cores como num pôr-de-sol de primavera, mas sim para sempre haverá a chuva fina e cinza do desgosto. As belas mulheres que hoje são princesas, amanhã tornar-se-ão bruxas, velhas medonhas e incapazes de inquietar meu coração partido. Só vejo pedras em meus pés, pontadas em meu peito, desgosto e desabor. Desabrochar, jamais, - palavreou Negro Astolfo.

- Bom, Didier, acho que teremos de sacrifica-lo.

- De bom grado, pegue a foice comunista.

E retiraram, de dentro do balde de armas, uma bela foice de pessoas pobres mas lutadoras, cortando, logo após, num golpe rápido e fatal, as bolas do Negro barroco, que começou a balbuciar...

- O que ele está tentando falar?, perguntou Marcel, concentrado na direção fatal de seu carro de tretas.

- JÁ










- Já já, o que, desgraça?

EE
- JÁAAAAAAAAAAAAAAAAR .
AA



- Ó meu deus, criamos um monstro!
- Calma, isso só dura um tempo, depois que ele tomar consciência do seu estado aleijado, vai começar a fazer vídeo-arte.
- Deus, não!


***


A tarde despedia-se daquela data como uma brisa morna que foge dos terreiros de candomblé. Os pássaros cantavam no telhado de amianto de Marcel, e ele continuava a cavalgar em unicórnios rosas de algodão doce, na terra de chocolates com Sônia Braga em sua garupa. Foi quando alguém tocou a campainha.
O pano negro de chumbo novamente caía sobre os territórios maravilhosos da compreensão de beleza humana, revelando uma platéia porca e nojenta, com putas esparramadas pelo chão, um Negro de olhar pensativo, drogas efervescendo num barril de lata e armas antigas atirando a cada brincadeira curiosa de seu gato homossexual. Levantou-se, cambaleante, com a cabeça do tamanho de um cérebro japonês e precipitou-se até a porta, pisando nas putas e nos seus joelhos horrendos. Por debaixo da soleira, uma edição do jornal de próximo mês:

“ERA UMA VEZ TRÊS MANOS TRETA. ERAM CABULOSOS, SINISTROS, E FAZIAM AS PARADAS NA COLUNDRIA. DOIS DELES ERAM FRANCESES, O OUTRO, AFRODESCENDENTE. FUMAVAM DROGAS, ROUBAVAM PUTAS, DAVAM COMIDA PARA OS POLICIAIS. NUNCA SE SOUBE PORQUE ERAM TÃO SINISTROS, CABULOSOS, E PORQUE SÓ FAZIAM AS COISAS NA COLUNDRIA, MAS TODOS OS RESPEITAVAM E TRANCAVAM SUAS CASAS A SETE CHAVES QUANDO AQUELES SAÍAM ÀS RUAS. NÃO TINHAM PAIS, IRMÃOS OU MÃES (MÃE PUTA NÃO CONTA). ERAM VERDADEIROS ARTISTAS. ATROZES. SINISTROS. UM ERA MÓRMON, O OUTRO, ESTE AMANHÃ; O ÚLTIMO, CONCRETISTA:

Nesta quinta-feira, o afrodescendente Negro Astolfo, conhecido pela negritude concretista que caracteriza seus trabalhos, abre a exposição pornô-erótica Jaera com vídeo-poesias pornográficas na Galeria Santa Afonsa, às quatro e vinte da tarde. O crítico Mestre Jonas classificou as obras como ‘dignas de um universo não-diégetico capaz de sintetizar os momentos maravilhosos, só possíveis no mundo onírico, numa avalanche de sensações de sintaxe videográfica transcendental’. Na mesma quinta-feira, nas salas do cinem...”






BONUS TRACK

CURIOSIDADE:

- Por que Negro Astolfo usa calças de brim apertadas?
R: Por que ele perdeu as bolas por causa de uma puta.

Jassa diz:
31/1/2008 Compra Visa Electron 200,00 - saldo: 803,96

EDITAL DE CONCURSO Nº 07, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2007

MINISTÉRIO DA CULTURA
SECRETARIA DO AUDIOVISUAL

O Ministério da Cultura - MinC, por meio da Secretaria do Audiovisual – SAv, torna público o Concurso de Apoio ao Desenvolvimento de Projeto de Série de Animação para TV, instituído pela Portaria nº 063, de 22 de novembro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 23 de novembro de 2007, destinado a pessoas físicas, nas categorias de produtor e diretor, e a pessoas jurídicas, nas condições e exigências estabelecidas neste Edital e seus anexos I, II, III e V, em conformidade com a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.
1. DO OBJETO
Apoiar o desenvolvimento de projetos de série de audiovisual inéditos, no gênero animação, com potencial para gerar um mínimo de treze blocos de meia hora (o equivalente a meia temporada), preferencialmente obedecendo os padrões internacionais (a saber, em caso de meia temporada: 13 episódios de 22 minutos, 26 episódios de 11 minutos, 39 episódios de 7 minutos ou 104 episódios de 01 minuto).
2. DA PARTICIPAÇÃO
2.1 Poderão concorrer ao presente concurso:
- PESSOAS FÍSICAS que se apresentem como PRODUTOR, DIRETOR, OU QUE CUMULATIVAMENTE EXERÇAM AS DUAS FUNÇÕES na obra proposta pelo referido projeto, conforme definido nas alíneas “b” e “c” do subitem 9.1;
- EMPRESA BRASILEIRA DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, conforme definido na alínea “d”
do subitem 9.1.
2.1.1 O Requerimento de Inscrição, Anexo I, e o Projeto Técnico deverão ser encaminhados no mesmo envelope, através dos serviços de postagem de correspondência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT, na modalidade de SEDEX, NO PERÍODO DE 27 DE NOVEMBRO DE 2007 A 29 DE FEVEREIRO DE 2008, fazendo constar o seguinte endereçamento no envelope:
CAIXA POSTAL Nº 09668
CONCURSO SÉRIE DE ANIMAÇÃO PARA TV – 2007
BRASÍLIA - DF / CEP: 70040-976
2.1.2 A Concorrente deverá fazer constar no envelope, no espaço destinado ao remetente, além de seu nome e endereço completo, o NOME DO PROJETO e E-MAIL, para confirmação do
recebimento da correspondência.

3. DOS DOCUMENTOS E DO PROJETO TÉCNICO
3.1 O Requerimento de Inscrição, Anexo I a este Edital, deverá ser encaminhado em 1 (uma) via, com todos os campos preenchidos, devidamente assinados e em separado do Projeto Técnico.

3.2. O PROJETO TÉCNICO, deverá ser encaminhado em 6 (seis) vias, contendo os itens abaixo
relacionados:
a) Definição de faixa etária escolhida;
b) Premissa básica da série (uma página);
c) Layouts de conceito, que mostrem o estilo gráfico e sejam coerentes com a premissa;
d) Desenho dos principais personagens com um ou dois parágrafos de descrição para cada um;
e) Sinopse de 3 episódios;
f) Currículo do produtor e diretor / portfolio da empresa.
3.3. Os documentos acima citados deverão ser formatados e impressos em papel A4, margem
esquerda de 2,5 cm e direita de 1,5 cm, entrelinhas de 1,5 cm, fonte Times New Roman e tamanho 12 (doze), contendo a citação expressa de seus respectivos títulos, com laudas seqüencialmente numeradas, rubricadas e montadas em grampos com duas perfurações.
4. DOS IMPEDIMENTOS E MOTIVOS PARA INDEFERIMENTO DA INSCRIÇÃO
4.1 É vedada a participação de um mesmo produtor ou diretor ou de uma mesma empresa em mais de um projeto, bem como de contemplados pelos concursos de curta metragem realizados pela SAv/MinC, nos exercícios de 2003, 2004 e 2005, cujas obras não tenham sido entregues até a data de encerramento do prazo de inscrição neste Edital, ou que estejam em situação irregular na SAv/MinC.
4.2 As inscrições postadas após o período estabelecido no subitem 2.1.1 serão automaticamente indeferidas.
4.3 A falta de apresentação de quaisquer dos documentos ou itens, ou a apresentação em desacordo com o estabelecido no item 3, implicará imediato indeferimento da inscrição.
4.4 Não serão admitidas inscrições de pessoas direta ou indiretamente ligadas aos membros da
Comissão de Especialistas na Área Audiovisual, nas condições de cônjuge, parentes até o terceiro grau, inclusive afins e dependentes.
5. DO PROCESSO SELETIVO E DA COMISSÃO DE ESPECIALISTAS NA ÁREA AUDIOVISUAL
5.1 A Comissão de Especialistas na Área Audiovisual será constituída por especialistas na atividade audiovisual de cinema de animação, a ser designada pela SAv/MinC, ouvida a Associação Brasileira de Cinema de Animação – ABCA, e a presidência caberá ao titular da SAv/MinC, ou a representante indicado.
5.1.1 Previamente às fases de seleção, será tecnicamente analisada a condição de habilitação do projeto para participar do presente Concurso, através da conferência dos documentos/itens e informações solicitados neste Edital;
5.2 O processo seletivo será realizado em 2 (duas) fases distintas, abaixo descritas. Na avaliação dos projetos, serão levados em conta, tanto na fase de classificação quanto na de seleção, os seguintes aspectos: criatividade artística, comunicabilidade e currículos do diretor e do produtor.

a) PRIMEIRA FASE - CLASSIFICAÇÃO: Nesta fase, cada um dos projetos será avaliado
individualmente por, no mínimo, 3 (três) membros da Comissão, na forma abaixo a saber:
- Cada um dos membros da Comissão, após análise detalhada, atribuirá a cada projeto nota de
1(um) a 10 (dez) pontos. Da soma total das notas, obter-se-á, por meio de média aritmética simples, a nota final de cada projeto. Serão classificados para a última fase os projetos que obtiverem as maiores notas, em ordem decrescente de grandeza, até o limite máximo de 20 (vinte) projetos;
b) SEGUNDA FASE – SELEÇÃO: Para fins de realização da segunda e última fase, a Comissão
de Especialistas na Área Audiovisual reavaliará os projetos classificados na fase anterior,
considerando os aspectos definidos no subitem 5.2. Em reunião presencial, será feita a seleção, em ordem de relevância, sem pontuação, de 10 (dez) projetos aptos a receber o apoio, bem como 5 (cinco) projetos para compor lista de reserva, destinada a atender vagas surgidas por eventuais desistências ou cancelamentos. Se possível, dentre os projetos selecionados, será contemplado, no mínimo, 1 (um) projeto por região geográfica.

5.3 Para realização do processo seletivo, será observado o critério de representatividade regional para constituição da Comissão.
5.4 A avaliação dos membros da Comissão, tomada individualmente, é soberana e irrecorrível.

6. DA CONTRATAÇÃO E PARTICIPAÇAO DAS SELECIONADAS
6.1 As Concorrentes selecionadas deverão comprovar suas condições de regularidade civil e fiscal (pessoas físicas) ou jurídica, fiscal e tributária (pessoas jurídicas), bem como a regularidade dos direitos autorais que envolver a obra, mediante apresentação de cópia da documentação, no prazo máximo de 10 (dez) dias, a contar do recebimento da comunicação do resultado, sob pena de perda do direito ao apoio;
6.1.1 As Concorrentes selecionadas deverão, ainda, assinar e devolver, juntamente com a
documentação exigida no subitem acima, a Autorização para Gestão de Conta Corrente Vinculada e de Movimento e o Contrato de Realização de Obra Certa e Licença de Utilização, conforme Anexos III e IV a este Edital.
6.2 Não serão aceitos protocolos relativos a requerimentos para obtenção da documentação prevista neste item.

6.3 Será cancelado automaticamente o direito ao apoio à Concorrente Selecionada que estiver inadimplente com a Administração Pública Federal, a qualquer tempo, bem como deixar de cumprir total ou parcialmente os dispostos nos subitens 6.1, 6.1.1 e 6.2 acima.
7. DO APOIO
7.1 O recurso financeiro concedido será depositado em contas correntes sob a titularidade da
Contratada, abertas pela SAv/MinC, conforme Autorização para Gestão de Conta Corrente
Vinculada e de Movimento.
7.2 Serão apoiados 10 (dez) projetos com o valor individual de R$ 30.000,00 (trinta mil reais),
conforme objeto deste Edital, sendo que sua liberação se dará da seguinte forma:
a) R$20.000,00 (vinte mil reais) para o início dos trabalhos, mediante apresentação de cronograma de execução, com prazo não superior a 120 dias, contados a partir da liberação da primeira parcela do apoio;
b) R$10.000,00 (dez mil reais) após entrega do projeto, conforme previsto na alínea “a” do subitem 8.1.
7.3 É vedada a acumulação do apoio previsto neste Edital com recursos captados através de leis e programas e/ou apoios concedidos por entes públicos federais.
8. DAS OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA
8.1 Cumprir fielmente o disposto no Contrato de Realização de Obra Certa e Licença de Utilização ao Ministério da Cultura para fins institucionais, conforme Anexo IV a este Edital e, em especial:
a) Apresentar, para recebimento da segunda parcela financeira, em 02 (duas) vias idênticas, os itens
abaixo relacionados:
I - Projeto completo impresso, que apresente:
- Conceito da série revisado e ampliado, incluindo também personagens secundários, além da
definição do público-alvo;
- Maior desenvolvimento dos personagens principais (uma página para cada) onde se possam
identificar aspectos físicos, aspectos da personalidade, aspectos psicológicos, aspectos
filosóficos, motivações, pontos fracos;
- Principais cenários;
- 1 roteiro completo com diálogos, com storyboard completo;
- 12 sinopses.
II - Proposta de comercialização com desdobramentos para multiplataformas;
III - Proposta de fluxograma (desenho de produção) e cronograma de execução;
IV - Layout de folheto de apresentação comercial;
V - CD com apresentação digital organizada dos itens acima.
b) Nos itens I e V citados acima, divulgar o nome da SECRETARIA DO AUDIOVISUAL, do MINISTÉRIO DA CULTURA e a MARCA DO GOVERNO FEDERAL como apoio ao desenvolvimento, bem como nos créditos finais do audiovisual, no caso do projeto ser produzido, conforme modelo estabelecido pela SAv/MinC e Portaria da SECOM/PR;

c) Em caso da Série vir a ser produzida em qualquer regime de co-produção, será licenciado ao Ministério da Cultura, em caráter definitivo, a utilização da obra em quaisquer modalidades, para utilização exclusiva em suas finalidades institucionais, sem qualquer intuito de lucro e de forma a não prejudicar a exploração econômica da obra, inclusive na promoção de mostras e ações de difusão, bem como na distribuição e exibição nacional e internacional nas televisões públicas e educativas brasileiras, em sinal aberto e fechado.

d) Garantir a preferência de pré-compra do projeto para co-produção pela TV pública, desde que a oferta seja igual ou superior às eventuais concorrentes.
e) Devolver ao MinC os recursos financeiros recebidos, atualizados na forma prevista na legislação vigente, no caso de não cumprir o prazo de entrega das cópias e/ou não apresentá-las conforme as características estabelecidas no item 1 e no projeto selecionado.
9. DISPOSIÇÕES GERAIS
9.1 Para os efeitos deste Edital, entende-se que:
a) Projeto inédito é aquele não realizado ou que não esteja em fase de produção ou finalização;

b) Produtor é aquele que mobiliza e administra recursos humanos, técnicos, materiais e financeiros para realização do projeto, com vistas à sua execução;
c) Diretor é aquele que cria o planejamento da animação, a configuração artística das cenas, as guias de animação, os movimentos de câmera, por meio da análise e interpretação do roteiro e seu storyboard, adequando-os à sua realização, e é o responsavel pela qualidade da obra;

d) EMPRESA BRASILEIRA DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE é aquela constituída sob as leis
brasileiras, com sede e administração no País, cujo poder decisório seja de pessoas físicas
brasileiras, não tenha qualquer associação ou vínculo com empresas de serviços de radiodifusão de sons e imagens, ou operadoras de comunicação eletrônica de massa e atenda cumulativamente aos seguintes critérios:
- Seja registrada na Agência Nacional de Cinema – ANCINE, na categoria de Empresa Produtora;
- Tenha produzido, sob sua titularidade, no mínimo 3 (três) obras de curtas e/ou médias metragens ou 1 (uma) de longa metragem.
e) Média aritmética simples é o valor resultante do somatório de todas as notas recebidas por um mesmo projeto, dividido pela quantidade dessas mesmas notas;
f) Conta corrente vinculada é aquela aberta pela SAv/MinC, com finalidade exclusiva de
recebimento de créditos referentes ao apoio concedido nos termos do presente Edital;
g) Conta corrente de movimentação é aquela aberta pela SAv/MinC, com finalidade exclusiva de recebimento de créditos mediante a transferência de numerários oriundos da Conta Corrente Vinculada, à ordem da SAv/MinC, para execução exclusiva do projeto.
9.2 É expressamente vedada:
a) A troca da Concorrente;
b) Qualquer alteração que implique modificação dos documentos que compõem o item 3.
9.3 Os projetos inscritos não serão devolvidos em hipótese alguma, independentemente do
resultado, ficando o MinC autorizado a incinerá-los após a conclusão do Edital.
9.4 Na eventualidade de não ser possível manter o diretor da obra originalmente indicado na
inscrição da proposta, a substituição dependerá de o currículo do novo diretor ser,
comprovadamente, compatível com o do primeiro, sob avaliação da SAv/MinC.
9.5 O Prazo para interposição de recursos é de 5 dias úteis, a contar da data de recebimento da informação acerca do indeferimento na fase de habilitação.
9.6 Este Edital será publicado no Diário Oficial da União e, juntamente com seus anexos I, II, III e IV, e demais atos dele decorrentes, será disponibilizado no seguinte endereço eletrônico:
http://www.cultura.gov.br/
9.7 Maiores informações poderão ser obtidas prioritariamente pelo e-mail:
concursos.sav@minc.gov.br, fazendo constar no campo assunto a citação: EDITAL nº 07 e o
Nome do Projeto.
9.8 Os casos omissos serão dirimidos por esta Secretaria.
Secretaria do Audiovisual

glomer diz:
so queremos coisas boas




Jassa and his jungle


..

DiverGrandpa
a new robotic video
by igorsh
Coming Soon

  • p
  • a
  • r
  • a
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  • é
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  • g
  • a
  • t
  • i
  • n
  • h
  • o
  • !
  • !


May God bless and keep you always,
May your wishes all come true,
May you always do for others
And let others do for you.
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.

May you grow up to be righteous,
May you grow up to be true,
May you always know the truth
And see the lights surrounding you.
May you always be courageous,
Stand upright and be strong,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.

May your hands always be busy,
May your feet always be swift,
May you have a strong foundation
When the winds of changes shift.
May your heart always be joyful,
May your song always be sung,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.


Bob Dylan - Forever Young

Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

Revista Cinética


Leiam o blog www.cinecasulofilia.blogspot.com, de Marcelo Ikeda.

=)

http://www.xeroxdochileno.com/

Milão







My Brother is an artist!

Yuri Amin apresenta:
Paint x6








Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

NOVIDADE | Coluna "Imagenações"


outdoors




indoors





TUPY OR NOT TUPY, THAT IS THE QUESTION
........................................................................................

Sábado, 9 de Fevereiro de 2008

Soul n´ nature


http://www.gocomics.com/

A Zero Por Hora

Vitor Ramil

Entrei na rua Augusta a 120 graus do chão
precipitado com a chuva mas sem direção
a zero por hora

Entrei com pompa e circustâncias próprias de um verão
ensolarado minha mente por um sol bufão
a zero por hora

Entrei na rua a mi me gusta bruta inclinação
o mundo visto desse jeito é uma diversão
a zero por hora

Entrei na rua ai minha busca de consolação
apaixonado pelas moças vindo em profusão
a zero por hora

Entrei a estranha jovem guarda me estendeu a mão
pediu meu documento e eu lhe disse por que não
a zero por hora

Entrei na dela como em filme de televisão
pedi me leva preso agora no teu coração
a zero por hora

Entrei na rua a mi me gusta bruta inclinação
o mundo visto desse jeito é uma diversão
a zero por hora

Entrei na rua ai minha busca de consolação
apaixonado pelas moças vindo em profusão
a zero por hora

A zero por hora

Entrei em fria mas fervendo em minha ilusão
o amor é muito lindo a 120 graus do chão
a zero por hora

a zero por hora
a zero por hora
a zero por hora












Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Oh baby can't you hear me moan?

Motivação

Em psicologiamotivação é a força propulsora (desejo) por trás de todas as ações de um organismo.

Motivação é o processo responsável pela intensidade, direção, e persistência dos esforços de uma pessoa para o alcance de uma determinada meta.

A motivação é baseada em emoções, especificamente, pela busca por experiências emocionais positivas e por evitar as negativas, onde positivo e negativo são definidos pelo estado individual do cérebro, e não por normas sociais: uma pessoa pode ser direcionada até à auto-mutilação ou à violência caso o seu cérebro esteja condicionado a criar uma reação positiva a essas ações.

SLIDELUCK POTSHOW São Paulo

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Trata-se de um show de slides combinado com um potluck, um jantar comunitário, no qual cada convidado contribui com um prato. Slideluck Potshow é uma reunião de membros, amigos e entusiastas das artes numa noite visada à celebração da arte. Baseado em Nova Iorque e presente em todo o globo, incluindo Barcelona, Londres, Berlin e Milão SLPS é o primeiro e único salão de artes digital e potluck. Este evento, que ocorre três vezes ao ano em Nova Iorque e agrega cerca de mil convidados em cada apresentação, está finalmente chegando à maior metrópole do Brasil. O SLPS São Paulo será no Luis Azevedo Fotografia & MOB STUDIO na sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008.


SLIDELUCK POTSHOW SÃO PAULO
Sexta Feira 15 de Fevereiro

19:00 Potluck
21:00 Slideshow
http://www.slideluckpotshow.com/saopaolo.php


Luis Azevedo Fotografia & MOB STUDIO
R. Rui Barbosa, 351- Bela Vista
São Paulo, SP 01326-010
11.3171.3678


Inscreva seu trabalho para o SLPS São Paulo! Estamos em busca de inscrições instigantes e criativas. Os participantes são encorajados a não se limitarem a exibirem seus portfólios, mas em adotarem riscos tanto em conteúdo quanto em sua apresentação. As inscrições serão coletadas e analisadas pela curadoria do evento nas semanas anteriores ao slideshow. Todas as apresentações são acompanhadas de música, comentários ou outras surpresas – tecnologias de ponta e multimídias avançadas são sempre bem-vindas O prazo limite para recebermos inscrições é 12 de fevereiro. Por favor visite a página de inscrições do nosso site para maiores detalhes e sinta-se à vontade para contactar saopaolo@slideluckpotshow.com para maiores informações. Vale sempre lembrar que essa edição não possui um tema.


É um potluck, um jantar comunitário. O que você deve levar? Basicamente, caso você decida se encontrar conosco dia 15 de fevereiro, o que pedimos é que traga algo bacana para saborearmos. O que significa que estamos passando longe de amendoim e pipoca. O que queremos ver é uma travessa com sua mousse preferida, uma tigela de canelone de espinafre com requeijão, suflê de bacalhau, pavê de chocolate com nozes, bobó de camarão ou um pudim de brigadeiro. Não sabe cozinhar? Traga um prato do seu restaurante preferido ou esteja preparado para contribuir com uma doação. Gostaria de sugestões? Dê uma olhada em receitas no nosso site (http://www.slideluckpotshow.com). Lá você também vai encontrar fotos de outras edições, arquivos com os shows de slides, notícias, etc. Para assistir a um video sobre o décimo Slideluck Potshow em Nova Iorque, visite: http://www.youtube.com/watch?v=3so1T69C7Js


Em torno das nove da noite diminuiremos as luzes, abaixamos a música, o cochico esvazia e damos início à um sensacional show de slides. Estaremos apresentando diferentes trabalhos, de fotojornalismo à fotografia de moda, pinturas, instalações e retratos, tendo cada apresentação a duração máxima de cinco minutos. Mostraremos cerca de 30 trabalhos de artistas paulistas (ou não). Alguns artistas que já contribuíram com seus trabalhos para o SLPS incluem: The Guggenheim Foundation, Alec Soth, Elliott Erwitt, Chris Buck, Elinor Carucci, Martin Schoeller, Alex Majoli, Nina Berman, Vincent Laforet, Chris Jordan e Bruce Gilden, entre outros.


OBS. Tambem, Sexta Feira 22 de Fevereiro, SLIDELUCK POTSHOW Rio: http://www.slideluckpotshow.com/rio.php



Na caixa às 08:49 AM

William S. Burroughs 1990
99 cm x 66 cm
silver print
San Francisco Museum of Modern Art







vc ama ela?

Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

http://www.alexkaeslin.com/

=////////////

bips: um longo, dois curtos

problema: placa grafica ou memoria desta ultima
solucao: substitua a placa grafica ou sua memoria.

ahhh, saudade do blog!!! ;-))

Música de Bolso




Música de Bolso une a música e o cinema de forma espontânea.
São canções sendo geradas em qualquer lugar onde caiba uma câmera.
São artistas dialogando com o mundo ao seu redor e preenchendo de sons pequenos espaços onde, normalmente, não haveria música.

Música de Bolso
Cibelle - Instante de Dois

By



Os Hermanos seguem produzindo e separados

por Dafne Sampaio [ 19.dez.07 ]
Desde que anunciaram “uma pausa por tempo indefinido” em abril deste ano, os integrantes da banda Los Hermanos permaneciam quietinhos, ou quase. O tecladista Bruno Medina entrou para a equipe do canal de TV paga Multishow e vem exercitando seus dotes literários sobre assuntos dos mais diversos, geralmente pessoais, em seu blog Instante Posterior. O baterista Rodrigo Barba colocou suas baquetas a serviço da banda Latuya, formada em 2002 em Minas Gerais e agora radicada no Rio de Janeiro, e que já disponibilizou algumas músicas em página no MySpace: “Pois é”, “Canto de Iemanjá”, “Amanhã”, “Pra nunca mais” e “Sinhá sinhô”, todas doces, discretamente roqueiras e com arranjos que privilegiam o trompete (o que acaba criando semelhanças com os Hermanos). Além de Barba, a Latuya é formada por Flávio Danza (guitarra e voz), Caetano Salles (baixo e voz) e José Carlos (trompete), tem um disco oficial (Alegorias gratuitas, 2005) e dois CDs demo. O baterista também toca com a banda de hardcore Jason.

Já o guitarrista, cantor e compositor Rodrigo Amarante segue fazendo shows ao lado da Orquestra Imperial, que este ano lançou o ótimo Carnaval só no ano que vem (Ping Pong Discos/Som Livre, 2007), no qual Amarante cantou “Yarusha djaruba” (Nelson Jacobina e Tavinho Paes) e a sua “O mar e o ar” (Domenico Lancellotti, Kassin e Rodrigo Amarante). Também participou ativamente do disco mais recente do norte-americano Devendra Banhart, Smokey rolls down Thunder Canyon (XL, 2007), emplacando a delicada canção “Rosa”. O ruivo também fez participação especial no disco do guitarrista Lanny Gordin, Duos (Barravento, 2007), com a inédita “Evaporar”. Esta música, em uma nova versão com apenas voz e violão, está em sua página recentemente criada no
MySpace.

Por último, mas não menos importante, Marcelo Camelo. Após cantar com Sandy e Junior no Acústico MTV dos irmãos e de uma série de participações em shows do tio-avô Bebeto Castilho (Camelo produziu seu disco Amendoeira, 2006), dos Paralamas do Sucesso, dos Titãs e até da Orquestra Imperial, Camelo colocou em sua página no MySpace o clipe da inédita, caymmiana e instrumental “
Téo e a gaivota”.

É a vida que segue.

Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008






ARTE POÉTICA


O fazedor
Jorge Luis Borges










Mirar o rio, que é de tempo e água, E recordar que o tempo é outro rio, Saber que nos perdemos como o rio E que passam os rostos como a água.




E sentir que a vigília é outro sonho Que sonha não sonhar, sentir que a morte, Que a nossa carne teme, é essa morte De cada noite, que se chama sonho.










E ver no dia ou ver no ano um símbolo
Desses dias do homem, de seus anos,
E converter o ultraje desses anos
Em uma música, um rumor e um símbolo.











E ver na morte o sonho, e ver no ocaso Um triste ouro, e assim é a poesia, Que é imortal e pobre. A poesia Retorna como a aurora e o ocaso.

Às vezes, pelas tardes, uma face
Nos observa do fundo de um espelho;
A arte deve ser como esse espelho
Que nos revela nossa própria face.


Contam que Ulisses, farto de prodígios,
Chorou de amor ao avistar sua Ítaca
Humilde e verde. A arte é essa Ítaca
De um eterno verdor, não de prodígios.


Também é como o rio interminável
Que passa e fica e que é cristal de um mesmo
Heráclito inconstante que é o mesmo
E é outro, como o rio interminável.





Já não é um capitalismo dirigido para
a produção, mas para o produto, isto
é, para a venda ou para o mercado. (...).
As conquistas do mercado se fazem por
tomada de controle e não mais por forma
ção de disciplina.

DELEUZE, Gilles. (1992), Conversações, Rio de
Janeiro, Editora 34, pp. 223-224.


Paulo Ataídes Filho


Vitor Ramil & Marcos Suzano - Satolep Sambatown

G&G - Gondry and Glomer


Na Quarta-Feira De Cinzas...

.

TODO

...CAR ~N...A......VA...L!

tEm
SeU

Fim


.

Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

TIAGO WEST





Um desejo que esbarrou na realidade

Ingressos para shows de Bob Dylan custam de R$ 250 a R$ 90001/02 -
09:15Redação iG Música

Quem quiser ver os shows que Bob Dylan faz em São Paulo, nos dias 05 e 06 de março, terá que desembolsar uma boa grana. É que os ingressos mais baratos (platéia lateral) custam surpreendentes R$ 250.
Os mais caros (platéia vip e camarote) saem por R$ 900. Platéia 1 custa R$ 700, platéia 2 e mezanino lateral R$ 500 e platéia 3, R$ 400. Os lugares são marcados e o público terá que ver os shows sentado.
As duas apresentações acontecem no Via Funchal. A venda começa nesta sexta-feira, mas somente para clientes Mastercard. Quem não tem o cartão só poderá comprar a partir do dia 09.
Além das duas performances em São Paulo, Bob Dylan também fará um show no Rio de Janeiro. A apresentação será no Rio Arena, no dia 08 de março. Ainda não há informações sobre preços e data de venda.



PURÊS

PURÊ DE BATATA-DOCE

1 kg de batata doce cozida e amassada
2 colheres de margarina
1 copo de leite de soja ou arroz

Cozinhe as batatas e amasse ainda quente com a margarina. Adicione aos poucos o leite de arroz até dar a consistência cremosa e homogênea. Sirva quente.


PURÊ DE BERINJELA

berinjelas grandes
2 colheres (sopa) de margarina ou óleo
1 colher (sopa) de queijo ralado (opcional)

Descasque as berinjelas e cozinhe em água fervente com sal. Quando estiverem cozidas, coe-as. Amasse tudo com um garfo e leve ao fogo, junto com a margarina ou o óleo, mexendo sempre até obter uma pasta consistente. Se desejar, adicione queijo ralado.


PURÊ DE BRÓCOLIS

1 maço de brócolis
½ cebola
sal a gosto

Cortar o brócolis e a cebola. Numa panela, fritar levemente a cebola no azeite. Acrescentar o brócolis cortado. Mexer de 5 a 10 minutos. Bater no liquidificador.


PURÊ DE MAÇÃ

6 maçãs pequenas ou 4 grandes
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de água
cravo a gosto
canela a gosto

Descasque e corte as maçãs em pedaços. Reserve. Coloque o açúcar em uma panela para dourar, misture as maçãs na calda de açúcar. Depois acrescente a água, o cravo e a canela em pau. Deixe cozinhar até desmanchar, amasse um pouco e está pronto. Este prato acompanha muito bem carne de porco, ou pratos fortes e picantes vegetarianos.

PURÊ DE PINHÃO

200 g de pinhão cozido sem casca e espremido ou processado
60 g de margarina sem sal
Água
sal e pimenta-do-reino a gosto

Aqueça a margarina e adicione o pinhão já previamente cozido e processado, misture bem e vá adicionando a água até a consistência desejada. Corrija os temperos com sal e pimenta.

Citação dedicada a Danny Glomer, nosso amigo que fez 23 anos ontem

A subjetividade está em circulação nos
conjuntos sociais de diferentes tamanhos:
ela é essencialmente social, e assumida
e vivida por indivíduos em
suas existências particulares. O modo
pelo qual os indivíduos vivem essa
subjetividade oscila entre dois extremos:
uma relação de alienação e opress
ão, na qual o indivíduo se submete à
subjetividade tal como a recebe, ou uma
relação de expressão e de criação, na
qual o indivíduo se reapropria dos
componentes da subjetividade, produzindo
um processo que eu chamaria
de singularização.


GUATTARI, Félix e ROLNIK, Suely.
Micropolítica!

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A
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Dica pra Malu http://www.beirutband.com/


Excesso de informação | Falta D´água

Árido movie, Lírio Ferreira