- E daí?
Ela me olhou como se eu fosse uma mosca presa na sua teia. Sabia o que eu estava pensando mas já tinha passado por isso antes. Aproximou-se tanto que o seu rosto encostou no meu e sussurrou com supremo prazer:
- Você é um pobre boludo sem identidade.
Sua saliva tinha respingado no meu rosto e entrado nos olhos. Afastei-a suavemente e fui até a pia. Ela ficou na sala cantarolando uma cumbia e eu soube que nunca poderia amar essa mulher.
REYES, Efraim Medina. Era uma vez o amor mas tive que matá-lo. São Paulo: Planeta do Brasil, 2006.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Coletividade | Independência | Descolagem
Espaço Cubo
O termo identidade é aquilo que identifica, que é idêntico, aquilo que é semelhante a outrem. Assim, identidade do Espaço Cubo é a semelhança entre todos os envolvidos, seu pensar, seus ideais, seus planos, suas concepções de vida e ações cotidianas, tornando-se um projeto de vida para todos os envolvidos.
O Espaço Cubo tem como finalidade a democratização da cultura, entendendo cultura como termo antropológico, que é definido como tudo aquilo que o homem produz ou que faça parte da condição humana e nele está envolvido. Assim, a educação, o lazer, a arte, o labor, enfim, o meio.
No contexto atual, a democratização está intrinsecamente relacionada com a expressão políticas públicas . O Espaço Cubo entende como democratizar aquilo que vem do povo, ou seja, aquilo que não é política pública para e sim políticas públicas de/para.
A metodologia de trabalho adotada pelo Espaço Cubo foi a transformação diária de algumas práticas, incentivando a produção autoral, autônoma e concebendo todas as relações como parte de um todo na vida de cada um. Isso é perceptível a partir da análise das relações intersubjetivas presentes entre os agentes do Espaço Cubo.
A definição de agente aqui também se faz necessária: agente , sujeito e protagonista são sinônimos, numa concepção pautada na definição de sujeito e agente de Paulo Freire.
Quanto às práticas, são direcionadas para a auto-gestão, através do trabalho cooperativista de muitas frentes de trabalho.
O termo identidade é aquilo que identifica, que é idêntico, aquilo que é semelhante a outrem. Assim, identidade do Espaço Cubo é a semelhança entre todos os envolvidos, seu pensar, seus ideais, seus planos, suas concepções de vida e ações cotidianas, tornando-se um projeto de vida para todos os envolvidos.
O Espaço Cubo tem como finalidade a democratização da cultura, entendendo cultura como termo antropológico, que é definido como tudo aquilo que o homem produz ou que faça parte da condição humana e nele está envolvido. Assim, a educação, o lazer, a arte, o labor, enfim, o meio.
No contexto atual, a democratização está intrinsecamente relacionada com a expressão políticas públicas . O Espaço Cubo entende como democratizar aquilo que vem do povo, ou seja, aquilo que não é política pública para e sim políticas públicas de/para.
A metodologia de trabalho adotada pelo Espaço Cubo foi a transformação diária de algumas práticas, incentivando a produção autoral, autônoma e concebendo todas as relações como parte de um todo na vida de cada um. Isso é perceptível a partir da análise das relações intersubjetivas presentes entre os agentes do Espaço Cubo.
A definição de agente aqui também se faz necessária: agente , sujeito e protagonista são sinônimos, numa concepção pautada na definição de sujeito e agente de Paulo Freire.
Quanto às práticas, são direcionadas para a auto-gestão, através do trabalho cooperativista de muitas frentes de trabalho.
Cubo Mágico
O Cubo Mágico é a frente mercadológica do Espaço Cubo formada pela junção dos núcleos de Comunicação, Discos, Eventos e Sonorização (ensaio + gravação).
Tem como princípio produzir Cubo Cards conforme agenda desenvolvida pelas frentes gestoras (Casa Fora do Eixo, Festivais, Imprensa de Zine, Próxima Cena e Objeto Perdido), assim como prestar serviços de assessoria ao mercado independente da cultura.
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Igor
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