segunda-feira, 3 de março de 2008

Rosa
* Devendra Banhart

Tanto, tanto, tanto claro
E tanto gris
Que é raro, raro, raro, raro
Que seja tanto assim

Sonâmbulo esquilo
Te faço gargalhar
Ah

Será que eu sou assim eu vou sem ver o que não vi.
Será que penso que me vou ainda fico aqui.

Rubro Rubro Ouro Rimo..
Desnuda o mineral
E qualquer nome lhe foi dado
Assim tá sem pensar

Pensam que não sabe nada
Que tu não pode amar
Dizem que é ver pra crer
Que é inutil explicar
Aaahh

Te tiram da tua calma e
Tua mãe a te buscar
Sem mi lábios
Sem parar
Não pode te encontrar

A vera rosa
Estranha rosa

Indio limpo, limpo lindo
Sangue é algodão
Montanha, viva, sacra, ferida, doce e celestial

Começa assim com tal tristeza
Termina tudo igual
Tudo igual
Termina tudo igual
Igual

Din-gom-durum
Din-gom-durum
(Estranha rosa)
Din-gom-durum

Estranha Rosa...




Um comentário:

malu disse...

nussa
isso lembra mto um video de 3minutos que um grupo da usp fez para o noite de kino, no fest internacional de curtas de sp. mesmo estilo, mas em video.
certeza que foi daqui que saiu!!