Quarta-feira, 28 de Maio de 2008


Oi Cabeça Legal


Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Hi Tommy


TELETOMMY


Um troço para igor

baixe o isadora e brinque de VJ.
é free.

Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Um trecho para malu

micael, seres luminosos haznos ser,
valerosos. arcángel micael.

Weezer w os virais!

Domingo, 25 de Maio de 2008

Blogumentário



Trailer de "Blogumentário", talvez o primeiro documentário de grande porte, digamos assim, sobre a sacudida blogosfera brasileira. Produção da Gafanhoto, com a Zepellin e a Live.

direto do blog do Tas!

Sábado, 24 de Maio de 2008

TELETOMMY

de 26 a 30.05 | Instalação by OCCA | PUC MINAS




Quem é ela?


Sexta-feira, 23 de Maio de 2008


Newsletter CEIS#19

CEIS
Centro de Experimentação em Imagem e Som













ARTE

OCCA e a guerra
OCCA
irá apresentar uma instalação na Semana de Comunicação e Artes promovida pelo DA de Comunicação Social da PUC-MG do Coração Eucarístico. Formado por um grupo de alunos, OCCA quer dar destaque à produção artística na faculdade. A Semana vai de 26 a 30 de maio, e a instalação estará aberta ao público durante todo o evento.

TV Primavera
O TV Primavera é um coletivo de arte de Recife. Trabalha com vídeo, instalação, música, web action, dj sets e design. Criado há 2 anos, conta com onze participantes e produz obras que podem ser conferidas na Internet ou em DVD. Para acessar as informações e trabalhos do coletivo, é só entrar no site oficial, ou nas páginas do coletivo no MySpace, YouTube e Flickr. O último DVD do TV Primavera, chamado Karaoke Inferno, está disponível no CEIS.

Linguagens artísticas: Alexei Shulgin
Ex-aluna da PUC Minas, Fernanda Duarte, que desenvolve pesquisas sobre as relações ente arte, mídia e novas tecnologias, será palestrante de “Alexei Shulgin e as poéticas da software art”, dentro do ciclo de discussões Coleção de artistas, na OI Futuro, dia 31 de maio, às 11h. Shulgin é artista multimídia, músico e curador online.

Artes plásticas: diálogos
Desde o começo de 2008, o ciclo de palestras Artes Plásticas e Comunicação na Contemporaneidade , vem sendo apresentado na Casa Fiat de Cultura. A idéia é debater sobre a relação das artes plásticas e os diversos temas com os quais elas dialogam. O próximo debate será A plasticidade dos registros de viagem (29 de maio), e até o final do ano o ciclo vai passar por diversos temas, como design, moda, redes sociais, espaços urbanos e outros. Sempre às 19h30, com entrada gratuita.

CINEMA

Imagens nômades
O Cineclube Móvel, um projeto voltado à reflexão e produção artística para mídias móveis, estará em Arcos nos dias 29 e 30 de maio, na Casa Cultural de Arcos. Na programação, a oficina Arte, Gestos e Reinvenção do Cotidiano: Práticas Audiovisuais através de dispositivos móveis e o debate Possibilidades Artísticas através de dispositivos móveis, com o professor Eduardo de Jesus e os realizadores Dellani Lima e Vinicius Cabral. No fim, os trabalhos produzidos na oficina serão exibidos. A entrada é gratuita.

Bellini
Uma retrospectiva completa do videoartista Roberto Bellini será apresentada na sessão Eixo Brasil, no Cineclube Curta Circuito de maio. Esta é uma oportunidade de ver o conjunto das obras de Bellini, que transita entre as artes gráficas, o documentário, a ficção e o ensaio. Dia 26 de maio, às 19 horas, com a presença do realizador para um bate-papo.

Serras da Desordem, o livro
Serras da Desordem, filme de Andrea Tonacci, não fez o mesmo sucesso nos cinemas como fez nos festivais pelo país. Para minimizar a injustiça, o filme do índio nômade que virou polêmica entre antropólogos em relação à sua identidade e origem, ganhará um livro organizado pelo crítico Daniel Caetano. Com o mesmo título do filme, o livro apresenta ensaios críticos da obra de Tonacci, que, apesar de pouco vista, é fundamental na cinematografia brasileira.

Cannes.com.br
Enquanto o Festival de Cannes está à todo vapor na França, a cobertura brasileira na web não fica para trás. As revistas Cinética , Contracampo e Filmes Polvo estão com atualizações constantes em torno dos filmes em competição. Até o final do festival, será possível conferir críticas sobre a recepção de filmes de gente importante como Walter Salles, irmãos Dardenne, Jia Zhang-ke, Lucrecia Martel, Arnauld Desplechin, Wim Wenders, Steven Soderbegh, entre outros.

REDE

Rádio Arte
A Radio Papesse foi pioneira em tratar de arte contemporânea em uma rádio. Com sede em um centro artístico na Itália, a rádio disponibiliza entrevistas , novidades sobre arte contemporânea e cultura, além de, claro, música. Os ouvintes também podem enviar trabalhos de áudio para serem transmitidos por lá.

Sobre o Iraque, por iraquianos.
No YouTube, direto do canal de televisão Al Jazeera English, uma reportagem sobre a exposição de alunos de graduação de artes em uma faculdade do Iraque, sobre os cinco anos da guerra no país.
E...

Prêmio Incentivo: Arte e Guerra
As inscrições do Prêmio Incentivo ainda estão abertas para os alunos de Comunicação Social da PUC Coração Eucarístico, Arcos e São Gabriel. O tema é “Arte e Guerra” e os interessados devem mandar um argumento para um vídeo de um minuto sobre o tema, para o e-mail do CEIS (ceis@pucminas.br), até o dia 02 de junho. Os selecionados poderão realizar o vídeo nos laboratórios da PUC e terão uma exibição de lançamento. Para inspirar, um pequeno texto:

CEIS - Centro de Experimentação em Imagem e Som
PUC Minas - Faculdade de Comunicação e Artes
Campus Coração Eucarístico
www.fca.pucminas.br/ceis/
ceis@pucminas.br

Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

reação de saramago após assistir a primeira exibição de blindness

Quarta-feira, 21 de Maio de 2008


Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Janet Cardiff


wAwRwT

Gente se já foi postado aqui antes, me desculpem e por favor desconsiderem. Uma ferramenta de busca por postagens no blog resolve isso fácil, fica a idéia. Mas voltando ao que realmente interessa, vocês conhecem o wAwRwT?

“Desde 1995, o projeto wAwRwT tem como intenção a uma reflexão sobre as poéticas tecnológicas, privilegiando a dimensão artístico-telemática, bem como, a realização de trabalhos artísticos em novos meios. Pretende-se verificar, ainda, como essas novas tecnologias estariam também influenciando e retroagindo na construção desses novos espaços de atuação/criação.”

Fiquei de cara, não conhecia e virei fã do projeto!!!

Já está no ar o blog do webcast “nem só o que anda é móvel”. Acessem! www.nemsooqueandaemovel.blogspot.com. Com direito a vídeo novo: Free Tibet!

O Tibet foi anexado à China no século 13, durante a dinastia Yuan, por contrato matrimonial entre as casas reais mongol e tibetana. Comparada a anexações como as do Texas, Hawai e Porto Rico, aos Estados Unidos, a do Acre, ao Brasil, e a da Escócia, à Inglaterra, a incorporação do Tibet à China até que foi pacífica.

Excluindo o momento em que o Império Britânico tentou ocupar o Tibet, durante seu domínio sobre a Índia, nos 700 anos restantes a soberania da China sobre o Tibet só começou a ser questionada em 1950, quando as tropas do Exército Popular de Libertação chegaram ao Tibet, no final da guerra civil contra Chiang Kaishek, completando a libertação da China.

Nessa ocasião, o Tibet ainda era governado por uma teocracia. Os lamas, além de sacerdotes, exerciam o poder político, econômico e social. O regime de trabalho era o da servidão feudal, ainda havendo restos de escravismo na sociedade. O novo governo da China reconheceu o Tibet como uma região autônoma. E apenas em 1957começou a discutir, com os lamas, a mudança no sistema agrário e de trabalho. Uma parte dos lamas não aceitou a perda de seus servos, inevitável com a reforma agrária, e realizou uma insurreição, em 1959. Sua derrota representou o fim da servidão no Tibet, e a separação entre Estado e religião.

Naquela ocasião, os Estados Unidos, que haviam apoiado Chiang Kaishek na guerra civil, e implantado um forte bloqueio militar, econômico e diplomático à China, estimularam os insurretos e, depois, os aconselharam a mudar os “motivos” de sua revolta. Desde então, a propaganda anti-China subverteu a história e só apresenta a questão Tibet como um assunto de independência, pretensamente perdida em 1950.

PS- Chiang Kaishek era líder do Kuomintang, partido nacionalista Chinês, quando da Guerra Civil que institui o comunismo no país.

Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Igor: Guerreiro da Paz Amin: Fiel Ataídes: Luta

Paul McCartney, Eddie Vedder e outros estão na lista dos vegetarianos mais sexy

Entre as belas estão Natalie Portman, Joss Stone, Erikah Badu, e outras.

Público pode votar no site da PETA, organização que defende os direitos dos animais.

Foto: APEddie Vedder, líder da banda Pearl Jam, está na lista dos vegetarianos mais sexy da PETA.

A PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), organização que defende os direitos dos animais, está realizando uma eleição das celebridades vegetarianas mais sexy.

O ex-Beatle Paul McCartney – que recentemente aconselhou o mundo a optar pela alimentação vegetariana como medida de combate ao aquecimento global - e o ator e vocalista da banda 30 Seconds to Mars, Jared Leto, estão entre as opções do sexo masculino.

Eddie Vedder, líder da banda Pearl Jam, e Anthony Kiedis, do Red Hot Chili Peppers, também estão na lista, ao lado do empresário Steve Jobs e dos músicos Rivers Cuomo (Weezer), Prince e Michael Stipe (R.E.M.).

Entre as belas figuram nomes como Pamela Anderson, as atrizes Natalie Portman e Kim Basinger, além das cantoras Fionna Apple, Annie Lennox, Erykah Badu, Joss Stone, KT Tunstall, Pink, entre outras.

“Todas essas celebridades vegetarianas ganharam nossos corações e os corações dos animais”, diz a página da organização. A votação pode ser feita on-line no site oficial.

No ano passado, a cantora Carrie Underwood e o guitarrista da banda do programa de Jay Leno, Kevin Eubanks, foram eleitos os vegetarianos mais sensuais.


Do G1, em São Paulo




O bug de 2000

Contando com este post, estamos com 1996 post publicados.
Iguera, prepara a festa do 2000!

e me lembrei agora de algo que aterrorrizou a todos...a virada do ano 2000 e o bug do milênio...será que perderemos todos os posts? (rssss..)

Hollywood ou Bollywood não são os únicos grandes reinos do cinema. Para completar o mapa é preciso incluir a Nigéria e sua singular produção da sétima arte: Nollywood, a terceira produtora de filmes do mercado mundial, atrás de seus concorrentes americanos e indianos. No ano passado, segundo Bond Emeruwa, presidente da Associação de Diretores de Cinema Nigerianos, houve uma boa colheita, superior a 2 mil títulos.

Em Nollywood não há tapetes vermelhos nem multidões nas estréias: os filmes são feitos com câmera digital na mão, vendidos nos mercados e consumidos em casa em formato de DVD ou VCD. Os primeiros custam de 4 a 5 euros e os outros, às vezes com péssima qualidade de imagem, a 1 euro. A pirataria, logicamente, causa estragos em um ambiente tão doméstico.

"Fazemos longas-metragens que em sua maioria não estréiam nos cinemas porque nos concentramos no vídeo digital. A distribuição em salas é muito reduzida porque praticamente não existem, mas alguns filmes são exibidos em teatros", explica o diretor e ator Fred Amata. "Na realidade os filmes de Nollywood são vistos no mundo todo, porque nosso cinema é uma ponte de união entre os nigerianos que vivemos em nosso país e os que foram para o estrangeiro", acrescenta o cineasta, que está de passagem por Barcelona convidado com outros colegas pela empresa Chocolat Factory, muito envolvida na promoção da cultura africana.

Quando começou esse movimento? Quando chegaram às mãos dos comerciantes os primeiros reprodutores de vídeo digital, no início dos anos 90. Como tinham muito pouca saída, começaram a vendê-los acompanhados de filmes americanos e indianos, que quase não interessavam aos espectadores. Naquele momento, a violência nas ruas nigerianas as tornava intransitáveis à noite. Apesar da gravidade da situação, o contexto era ideal para promover entretenimentos caseiros.

Em 1992 ocorreu o milagre, com um grande sucesso do diretor Chris Obi Rapu, "Living in Bondage" [Vivendo no cativeiro], a história de um homem que fica preso em uma seita ocultista. "Na realidade, a indústria de cinema nigeriana é muito antiga e já se faziam filmes nos anos 50. Mas a indústria moderna, baseada no formato digital, é recente e começou a despontar há 17 ou 18 anos. Atualmente dá trabalho direta ou indiretamente para 2 milhões de pessoas", diz Emeruwa.

O custo desses filmes varia em média entre 16 mil e 20 mil euros, mas os diretores salientam que para fazer um bom filme são necessários no mínimo 50 mil. A partir de "Living in Bondage" tudo ficou mais fácil, apesar de as filmagens toparem muitas vezes com as práticas extorsionários das máfias locais. A corrupção é exatamente um dos temas recorrentes nos filmes de Nollywood, que tem suas predileções em questão de gêneros. "O que mais passamos é drama, tanto o romântico como aquele que envolve histórias familiares", diz Bond Emeruwa. "Alguns filmes mais épicos falam do passado, enquanto a maioria se concentra em problemas contemporâneos."
via UOL Cinema

Sábado, 17 de Maio de 2008


MÊS
CRAVADO
PARA
FORMAR

...e o Tibet não foi atingido...

justiça histórica? Diz a imprensa que Dalai está ultrapassado, e que sua filosofia não consegue mais evitar reações violentas à ditadura chinesa...

Free Tibet (ou então vou cometer uma chachina e me suicidar depois em sinal de protesto)...

ou tudo isso ao contrário agora. Não se esqueçam do Tibet...

China estima ter 5 milhões de desabrigados por terremoto

16/05/2008 13:59


Balanço de agência estatal confirma 22 mil mortos e quase 169 mil feridos.

O vice-governador da província chinesa de Sichuan, Li Chengyun, disse nesta sexta-feira que cerca de 4,8 milhões de pessoas ficaram desabrigadas e foram colocadas em abrigos temporários em decorrência do terremoto que atingiu o sudoeste da China na segunda-feira.

De acordo com a agência estatal de notícias, Xinhua, até o momento 22.069 mortes provocadas pelo tremor já foram confirmadas, quase 169 mil ficaram feridos e muitos permanecem desaparecidos. Estima-se que até 50 mil pessoas possam ter morrido.

Novos tremores secundários foram registrados próximo do epicentro do terremoto de 7,8 na escala Richter, que vai até 9. O mais recente tremor de terra causou deslizamentos que soterraram veículos e atrapalharam os trabalhos de resgate, informou a Xinhua.

Até a madrugada desta sexta-feira no Brasil, a região da província de Sichuan, a mais afetada, já sofreu pelo menos 122 tremores secundários, sendo que um deles alcançou 5,9 na escala Richter.

Os prejuízos estimados no desastre já passam de US$ 20 bilhões.

Equipes estrangeiras

As primeiras equipes de resgate estrangeiras começaram nesta sexta-feira a trabalhar na região próxima ao epicentro.

Esta é a primeira vez que profissionais de fora da China são autorizados a ajudar em um cenário de catástrofe natural no país asiático.

Segundo a imprensa estatal, 31 peritos japoneses chegaram ao país pela manhã. Taiwan, Rússia, Coréia do Sul e Cingapura também prometeram ajuda.

O presidente chinês, Hu Jintao, visitou nesta sexta-feira o vilarejo de Mianyang, um dos mais atingidos pelo terremoto.

Hu Jintao se encontrou com o primeiro-ministro, Wen Jiabao, que está em Sichuan desde segunda-feira coordenando os mais de 135 mil soldados e médicos que participam dos esforços de resgate.

"Neste momento, os trabalhos de ajuda entraram na fase mais crucial. Nós precisamos fazer todos os esforços, correr contra o tempo e superar todas as dificuldades para alcançar a vitória final", disse Hu.

O primeiro-ministro Wen disse que o terremoto foi o mais devastador a atingir a China desde a fundação da república comunista, em 1949.

Sobreviventes

Ainda nesta sexta-feira, equipes de resgate conseguiram retirar três adultos e uma criança com vida dos escombros na vila de Beichuan.

O resgate milagroso ocorreu mais de 100 horas depois do terremoto.

O governo lançou uma investigação para determinar se a má qualidade das construções facilitou o desabamento de escolas na área atingida pelo tremor.

Segundo dados oficiais, o tremor fez desmoronar 6.898 escolas, causando a morte de dezenas de milhares de crianças.

"Se problemas de qualidade existem na construção das escolas, vamos lidar com as pessoas responsáveis de maneira dura, sem tolerância, e daremos ao público uma resposta satisfatória", disse Han Jin, chefe de planejamento e desenvolvimento do Ministério de Educação.

Com informações de Marina Wentzel, de Hong Kong para a BBC Brasil

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

Dia do Laser? Dia da fome porra


“Dezoito de Maio”, Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

É conhecido este dia como aquele em que nos manifestamos para comemorar e reafirmar nossa luta por uma sociedade sem manicômios.
Mas que luta é essa? Lutamos pelo o quê? Para transformar as relações entre sociedade e loucura? Lutamos pela mudança do modo de organização social que exclui, anula seres humanos ou para colocar no centro do debate e das práticas a vida para todos em plenitude? Lutamos por um outro mundo possível e necessário e que é tudo isso.

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Pousada do Seu João em Macacos




Anônimo disse... no post do RAUL

Com todo o respeito,senhor Granpá,filme é cultura e diversão.Ele tira as pessoas das ruas ,cria empregos,combate indiretamente tudo o que o senhor diz que ele incentiva.
Muito acertada a posição do governador Eduardo Campos de apoiar esta forma de arte.
O Brasil sofreu muito com a parada de sua produção cinematográfica.Ficou um buraco na nossa história.Os filmes são obras de ficção,mas mostram o rosto de um país,de uma época.
Meu nome é Emídio Cavalcanti.
Não sei passar pelo blogger.
Com meus respeitos
Emidio


* PROCURE EMÍDIO CAVALCANTI NO GOOGLE http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=em%C3%ADdio+cavalcanti&meta=

Olá Emídio,
gostaria que fizesse um texto sobre cinema e afins para este blog ok. mande seu e-mail que vamos te add aqui.
abraços

Waly Salomão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

,Waly Dias Salomão' (Jequié, 19432003) foi um poeta brasileiro.

Era filho de sírio com uma sertaneja. Atuou em diversas áreas da cultura brasileira. Seu primeiro livro foi Me segura qu'eu vou dar um troço, de 1972. Em 1997, ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro de poesia Algaravias. Seu último livro foi Pescados Vivos, publicado em 2004, após sua morte.

Foi letrista de canções de sucesso, como Vapor Barato, em parceria com Jards Macalé. Amigo do poeta Torquato Neto, editou seu único livro, Os Últimos Dias de Paupéria, lançado postumamente. Suas canções foram intérpretadas por Maria Bethânia, Caetano Veloso, Adriana Calcanhotto e Gal Costa, entre outros.

Nos anos 90, Waly Salomão dirigiu dois discos da cantora carioca Cássia Eller. São eles Veneno AntiMonotonia (1997) e Veneno Vivo (1998).

Trabalhou no Ministério da Cultura, como assessor de Gilberto Gil, no início de seu mandato, e uma de suas propostas era a inclusão de um livro na cesta básica dos brasileiros.


PARISien

Frase da Semana

Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta
Em terra de cego, caolho é cineasta

Por Rauluna

Como não ser mais um sanguessuga dos recursos públicos


- "papai do ceu, afasta de mim as tentações dos editais para o audiovisual".

publicado originalmente em http://www.revistaogrito.com/page/13/05/2008/raul-luna-como-nao-ser-mais-um-sanguessuga-dos-recursos-publicos/

Guia de higiene, comportamento e comedoria para o audiovisual pernambucano
4: Como não ser mais um sanguessuga dos recursos públicos


Audiovisual rima com estatal. Isso poderia passar por uma pequena coincidência maravilhosa da fonética, mas sabemos que essas duas palavrinhas sapecas possuem muito mais ligação quando se trata da terra do frevo e do maracatu. O que parece ser uma inocente mesada estatal pra ajudar o desenvolvimento cultural se tornou um furúnculo autoral promissor, que enche de pus a sociedade do audiovisual recifense, onde hienas, cobras e palhaços agora dedicam seu tempo a garantir sua fatia desse bolo monetário demoníaco. Alertamos sobre a inescrupulosa questão da vampirização desenfreada para o desenvolvimento do audiovisual pernambucano e o nosso desprezo por quem possui a sua rotina dedicada à captação de recursos públicos.

Em terra de cego, caolho é cineasta
Poucos têm acesso às fatias monetárias disponíveis para os emergentes nesta cidade desprezível. Conseguir financiamento para curta-metragens em 2008 não é tarefa fácil, e este é o primeiro passo que indica o seu poder de influência na selva sócio-audiovisual. Seja independentemente, seja através da mendicância, cada vez mais cineastas buscam desesperadamente se firmar e financiar seus projetos autorais, carreiras e manifestos.

“Ele Tenta o homem ao mal, à desobediência a Deus. Ele tenta com maquinações, com astúcia e com armadilhas. É por isso chamado de tentador. Ele tentou três vezes o próprio Cristo, buscando desviá-Lo da missão recebida do Pai. Tentou triunfar sobre aquele que o Criou. Tentação 1: desviar-se da vontade de Deus ‘Se tu és filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães’; Tentação 2: desviar-se da palavra de Deus - ‘Se tu és filho de Deus, lança-te deste monte abaixo…’; Tentação 3: desviar-se da cruz - ‘Tudo isso-as riquezas do mundo - te darei se, prostando-te diante de mim, me adorares’.” (Formas de atuação do demônio - parte II)

Falando com Deus
Novos editais são como ofertas ao pecado, e, para um cineasta autoral promissor, são mais excitantes do que pornografia. Ler este tipo de material evoca os mais diversos e confusos pensamentos, gerando sentimentos de grandeza e poder na mente do profissional do audiovisual. Não tenha dúvida: editais são feitos por satanás. Ele envia pessoalmente cada um de seus discipulos para a terra, que se infiltram como pessoas comuns no nosso cotidiano. Através dos editais para o audiovisual, o demônio controla indiretamente uma nova legião de discípulos, que ainda não sabem estar sob o seu poder. Ao ler um edital, oferecendo tentações, financiamentos e representatividades de tempo e época, recuse. É na verdade um acordo do demônio para roubar a sua alma depois da morte. Pare imediatamente o que está fazendo e busque entrar em contato com deus, através de uma oração. Bata um lero com nosso senhor que ele vai afastar as vaidades e ganâncias que o demônio colocou na sua cabecinha de cineasta.

Como financiar seu curta sem a ajuda do governo
Existem atitudes simples que ajudam o profissional do audiovisual recifense a economizar dinheiro, de forma a não precisar adotar a mendicância cultural como lema de vida. São elas: (1) Guardar a mesada que papai manda todo mês. Ao invés de comprar sucrilho, use a quantia para adquirir fitas MiniDV; (2) Porquinho se mostra indispensável. Pode ser infantil, mas ao menos é honesto; (3) Ganhe uma grana escrevendo resenhas de filmes para a revista online O Grito!. Além de faturar uma nota preta e ver filmes gratuitamente na seção de imprensa, você ainda divulga o seu point of view, e de tabela, ganha fãs desocupados; (4) Circo é sempre uma opção. Mulher barbada, trapezista, domador de leões… Parece complicado, mas não pra quem já enfrentou qualquer problema com EDL.

Evite viajar para a Europa
Caso o seu curta metragem experimental de 12 minutos sobre a paisagem bucólica do Rio Capibaribe tenha sido selecionado para ser exibido na Romênia, evite usar esse fato como uma justificativa para pedir uma viagem de graça à Fundarpe. “É importante para o estado de Pernambuco que eu vá” é a maior falácia já contada desde o conceito de contrapartida social. Pode ser importante pra você, mas tenha certeza de que não vai mudar nada para Pernambuco saber que mais um cineasta autoral passou 10 dias curtindo todas na Romênia.

“O chamado ‘Dossiê Chatô’, que eclodiu em maio de 1999, trouxe à tona rumores antigos sobre alguns casos de péssima eficácia do sistema de utilização do dinheiro público como desvio de verbas de produções para utilização particular(…)Em 22 de fevereiro de 2008 foi determinado pela Controladoria-Geral da União (CGU) que Guilherme Fontes e sua sócia na produtora Guilherme Fontes Filme,Yolanda Coeli, terão de devolver mais de R$ 36,5 milhões aos cofres públicos.” (Wikipedia)

Envie uma carta para Eduardo Campos condenando o incentivo ao audiovisual
“Senhor Eduardo Campos, votei em você e estou enviando esta carta para dizer o quanto estou decepcionado com a sua gerência. Doze milhões de reais destinados à produção de projetos culturais independentes significam, no mínimo, 1 milhão de reais destinados ao consumo de drogas ilícitas. Parabéns por financiar o crime organizado.”


Filme em MiniDV e leve sua quentinha para o set

Economizar não é facil. Fazer um filme então, mais dificil ainda. O cineasta que já compreende como a roleta gira sabe como agregar valor para o seu produto: Na falta de condições para filmar em 35mm, registre seu projeto em MiniDV e, de quebra, escreva manifestos sobre o cinema digital, dizendo que ele sempre foi a sua primeira opção. Reforce o caráter realista do digital, compare-o ao cinema marginal dos anos 70 e busque dar um sentido conceitual a algo que surgiu por uma situação financeira desfavorável. Outra forma de economizar durante a produção de seu curta metragem autoral é levar sua própria marmita para o set, economizando, em muito, gastos de produção. Opções não faltam para o cineasta autoral promissor: bife com macarrão, purê de batatinhas ou galinha com feijão.


leia o guia de higiene, comportamento e comedoria para o audiovisual pernambucano @ www.revistaogrito.com

Quarta-feira, 14 de Maio de 2008





http://www.myspace.com/afromacarronico

Julia Says - Mohamed Saksak



Videoclipe independente da dupla Júlia Says. Gravado com uma câmera fotográfica digital e uma miniDV amadora.Direção Igor de LyraProdução Anthony Diego, Paulo André, Igor de Lyra e Igor PipaCâmera Igor Pipa e Igor de Lyra

Uma banda chamada Diadorim

Free Tibet



Free Tibet
(ou então vou cometer uma chachina e me suicidar depois em sinal de protesto)

(or I'll commit a mass murder and kill myself afterwards in protest)

Sinopse: Tendência não é algo que tende a acontecer. É algo que já está acontecendo.

Synopsis: A trend is not something that tends to happen. It's something that's already happening.

as pas do godard


As pas do Godard from maluteodoro on Vimeo.

Terça-feira, 13 de Maio de 2008







Foto-grafia:

www.flickr.com/larissaminghin


A revanche dos porcos

Olá!

A crônica desta semana na verdade é mais um ensaio chamado A revanche dos porcos, o qual serviu de argumento para um curta meu de animação com o mesmo nome (que ainda não foi produzido). Espero que gostem. A ilustração do Daniel Roscoe ficou bem legal, mas sou suspeito.

A propósito, o Daniel lembrou que precisamos divulgar mais o blog O Pequeno Espantalho. Então, se estiverem gostando das crônicas, peço divulgarem o blog para pelo menos 5 amigos.

O endereço é:
http://opequenoespantalho.blogspot.com

Abraços, obrigado, boa leitura,

Laly

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

TIBET

FALTA 1 DIA PARA O LANÇAMENTO VIRTUAL DO VÍDEO DA LIBERTAÇÃO DO TIBET. DIA 14/05/08, ÀS 21:30. EM: www.youtube.com/aprodutoraudiovisual.

Domingo, 11 de Maio de 2008

"Again & again", by Mac OS X.

Esse ficou simplesmente demais, e foi ao ar ontem no YouTube! Trata-se de um clipe de Again & Again, canção da banda The Bird & The Bee, totalmente baseado em gravações do próprio Mac OS X, utilizando os seus mais variados recursos e aplicativos, e com uma edição fenomenal:

Aparentemente o vídeo foi produzido por Dennis Liu, diretor filmográfico, e não necessariamente é o clipe oficial da música… mas bem que poderia ser!

do http://macmagazine.com.br

Sábado, 10 de Maio de 2008

TIBET

Faltam 4 dias para o lançamento virtual do vídeo da libertação do Tibet. Dia 14/05/08, às 21:30. Em: www.youtube.com/aprodutoraudiovisual.



Sexta-feira, 9 de Maio de 2008


Adorei Malu





























Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Lembrancinha para a Malu

Mamãe, te amo
Mas podia ter te amado
muito mais naquele dia
em que pela porta entraste
trazendo nas mãos
uma grata lembrancinha
E nos lábios os dizeres:
"Toma, meu filho, é pra você.
E isto prova que mamãe e papai
te amamos muito
muito muito
mas agora é tarde
e eu vou dormir"
Mama,
eu adorei o presentinho
O número era este mesmo
quem ama presenteia
Mas se eu pudesse escolher
Se eu pudesse escolher!!!

Ah!
Se eu pudesse escolher
eu preferia um Nike
Por isso não adianta vir arreganhando os dentes pra mim
porque sei
que isso não é um sorriso
Penso logo existo
Penso que existo
Penso que penso que penso que
Quem não vive
tem medo da morte
Quem não vive
tem medo da morte
Quem não vive
tem medo da morte
De repente o amor de sempre
não era mais suficiente
O amor de sempre de repente
não era mais suficiente
Por isso não adianta vir arreganhando os dentes pra mim...

Ah!
Se eu pudesse escolher
eu preferia um Nike

para igor, o fazedor de gifs:

CEIS / News
Centro de Experimentação em Imagem e Som

CINEMA
Catadora de imagens

Os Catadores e Eu , de Agnés Varda, é um dos vídeos que serão exibidos na Mostravideo Itaú Cultural de maio, que acontece toda quarta-feira, às 19 horas, no Cine Humbeto Mauro. O tema do mês da mostra é Processos e busca refletir sobre as estratégias diversas na produção audiovisual através da subversão dos procedimentos usuais de captação e exibição de imagens. No caso do filme de Varda, a cineasta encontra com personagens que, para sobreviverem, reaproveitam alimentos e objetos descartados por outros. Usando pela primeira vez a câmera digital, a diretora se assume como reaproveitadora de imagens que os outros não querem ver ou fazer. O filme será exibido dia 28 de maio.

CineCuba
Cuba está em cartaz no Cine Humberto Mauro. A mostra CineCuba apresenta ao público obras de grandes diretores cubanos, pouco conhecidos por aqui. Dividida em duas partes, apresenta um cinema que, apesar dos obstáculos, participou de um período de convulsão, através de abordagens cada vez mais profundas da realidade social e histórica da ilha. A primeira parte - CineCuba I – Em Torno de Maio de 68 – vai até o dia 11 de maio, e a segunda - CineCuba II – Fragmentos de uma Históra - termina em 25 de maio.


ARTE
Imagens à tona
Os fotógrafos João Castilho, Pedro David e Pedro Motta se uniram para o Paisagem Submersa, um projeto sobre as comunidades de sete municípios do Jequitinhonha que tiveram parte de sua área inundada para a construção da hidrelétrica Igarapé. O projeto resultou em um livro, da editora Cosac Naify, que será lançado no dia 10 de março, no Museu Mineiro, das 11 às 15 horas. No mesmo dia, inicia-se a exposição das fotografias, que vai até 30 de junho.


Ferreira Gullar discute Amílcar de Castro
O poeta Ferreira Gullar estará na Casa Fiat de Cultura para a palestra Neoconcretismo e Amilcar de Castro , segunda da programação do Artes Plásticas e Comunicação na Contemporaneidade. Gullar irá refletir sobre o universo da obra de Castro, considerado um dos escultores mais representativos da arte contemporânea brasileira e figura importante nos debates dos rumos da arte do pós-guerra. Dia 13 de maio, às 19h30. Entrada gratuita.

REDE
Debord-Ubu
No momento dos quarenta anos de maio de 68, nada mais propício do que conferir as obras de Guy Debord, autor de A Sociedade do Espetáculo, fundador da Internacional Situacionista e principal influência dos estudantes da época. Na Ubu Web, site dedicado à arte das vanguardas, podem ser encontrados cinco curtas do diretor: Critique de la séparation (1961), Hurlements en faveur de Sade (1952), In Girum Imus Nocte Et Consumimur Igni (1978), Refutation of All Judgments (1975) e Society of the Spectacle (1973).


Diário Filmado
O cineasta lituano Jonas Mekas, apesar de pouco presente na literatura clássica dos documentários, é considerado um dos pais do cinema de vanguarda norte-americano. É muito conhecido por seus “filmes-diários”, nos quais registra momentos de sua vida como um estranho no ninho, no caso, na América. Em 2007, através do seu site, Mekas postou um vídeo a cada dia durante todo ano, projeto que ele chamou de 365 Films. Além disso, o site apresenta outras obras de Mekas e de outros artistas, como Marcel Duchamp, Jim Jarmusch e Ken Jacobs.


FESTIVAL
MediaForum
O MediaForum é um fórum de troca de idéias sobre a cultura contemporânea. Há alguns anos ele se “materializou” e virou parte do badalado Moscow International Film Festival, à procura de novas forças da arte contemporânea. Este ano o MediaForum se atenta aos vídeos online. É possível participar do evento, com um vídeo de até 10 minutos. Formulário de inscrição no site oficial. Os trabalhos devem ser enviados até 15 de maio.

E....

Incentivo
Arte e guerra é o tema que marca o retorno do Prêmio Incentivo, voltado aos alunos da PUC (Coração Eucarístico, São Gabriel e Arcos). Os interessados devem criar um argumento para um vídeo de 1 minuto sobre o tema e mandá-lo para o e-mail do CEIS, até o dia 02 de junho. Os selecionados produzem sua idéia nos laboratórios da PUC, e as obras terão uma exibição de lançamento.

CEIS indica
Néstor Garcia Canclini é um dos maiores nomes dos estudos culturais na América Latina. É autor, entre outras obras, do livro Leitores, Espectadores e Internautas , da editora Iluminuras, primeira indicação do CEIS. A obra analisa as implicações da convivência de diversas mídias e os novos hábitos culturais, sob a égide da convergência digital.

CEIS indica II
Já em Perfomance nas Artes Visuais , de Regina Melim, da Jorge Zahar Editora, o leitor entrará em contato com a amplitude da definição de performance . Presente em vídeos, instalações, filmes, textos, fotografias, esculturas e pinturas, a performance é analisada a partir de diferentes perspectivas por Melim.

Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Some things cost more than you realize!
Radioread - All I need

Terça-feira, 6 de Maio de 2008




Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Nota: ler esse texto qualquer dia desses

VIDEOGAME: UM BEM OU UM MAL? Um breve panorama da influência dos jogos eletrônicos na cultura individual e coletiva - Por Andre de Abreu

Dica de Livro - HAMAS: UM GUIA PARA INICIANTES, de Khaled Hroub

RESENHA

Os Estados Unidos consideram o Hamas uma organização terrorista. Entretanto, ele venceu as eleições palestinas realizadas em 2006. Trata-se agora de um partido político democraticamente eleito. Por que o Hamas venceu as eleições? As respostas podem ser encontradas em Hamas – Um Guia para Iniciantes, do jornalista da Al-Jazeera e aclamado estudioso estabelecido em Cambridge, Kahled Hroub, que analisa a história do Hamas e sua controvertida agenda. O livro, através de um formato de perguntas e respostas, abrange todas as questões de fundamental importância, incluindo as atitudes do Hamas em relação a Israel e à OLP, suas crenças religiosas, seus ataques suicidas e seu programa de assistência social voltado para as camadas menos favorecidas dentro da Palestina.

“Este livro se propõe a relatar a história do ‘verdadeiro Hamas’, não aquele que tem sido mal compreendido ou distorcido”, escreve o autor. “Quando digo ‘verdadeiro Hamas’, estou falando da realidade do Hamas em todos os seus aspectos, desmascarando qualquer abordagem reducionista. Além disso, não há qualquer intenção de promover um tratado apologético sobre o Hamas. Caberá ao leitor formar sua própria opinião sobre esse movimento palestino. A proposta do livro, portanto, é fornecer informações básicas e análises esclarecedoras que se fazem necessárias.” E prossegue: “Minha própria compreensão do Hamas vai além de uma mera questão quanto a ser ou não a favor do movimento. Como um indivíduo secular, desejo que a Palestina e todos os outros países árabes, no que se diz respeito a este assunto, sejam governados por leis seculares. Contudo, vejo o Hamas como uma conseqüência natural de uma condição de ocupação brutal e não natural. O radicalismo do Hamas deveria ser visto como um resultado completamente previsível do projeto colonial israelense em andamento na Palestina.”

Hamas – Um Guia para Iniciantes, de Khaled Hroub, é uma leitura surpreendente e esclarecedora, fundamental para quem deseja compreender o século 21.

TÍTULO:
HAMAS: UM GUIA PARA INICIANTES
TÍTULO ORIGINAL:
HAMAS: A BEGINNER'S GUIDE
IDIOMA:
Português.
ENCADERNAÇÃO:
Brochura Formato: 14 x 21 208 págs.
ANO DA OBRA/COPYRIGHT:

2006
ANO EDIÇÃO:
2008
AUTOR:
Khaled Hroub
TRADUTOR:
Lilian Palhares




Iraqi art school graduation - 04 May 2008


Al Jazeera English in youtube


CINECLUBE CURTA CIRCUITO | Maio 2008


05.05 – SESSÃO LIVRE [LANÇAMENTOS MG]
Dando continuidade à proposta de exibir trabalhos de jovens realizadores do estado, o Cineclube Curta Circuito apresenta na primeira sessão do mês de maio quatro lançamentos independentes (2007/2008) e um filme realizado com apoio do II Prêmio Estímulo, da Associação Curta Minas/ABD-MG. Roteirizados, dirigidos e produzidos por um mesmo grupo de cineastas, estes filmes trabalham – em certos momentos com maior acerto e profundidade – as diferentes camadas do tempo narrativo ficcional, além de investirem em técnicas como a animação (Jardim das Cores) e nas possibilidades críticas da metalinguagem (Tudo que Tenho a Dizer).

Através de uma Porta Guilherme Reis, MG, 2007, 12’
Um homem chega em casa e suas chaves não abrem mais a porta.

Era uma vez... Gisele Werneck, Guilherme Reis e Byron O’Neill, MG, 2006, 10’
Era uma vez a noite escura e uma fada esperando o ônibus passar...

Prisão Joana Oliveira, MG, 2007, 13’
Um rapaz vai para a prisão e tem que conviver com o tédio.

Tudo que Tenho a Dizer João Carvalho, MG, 2007, 15’
Jovem cineasta encontra várias pessoas para saber a opinião delas sobre um roteiro seu.

Jardim das Cores Guilherme Reis, MG, 2008, 7’40’’
Uma brincadeira de lápis e papel.

Bate-papo com os realizadores após a sessão.


12.05 – PANORAMAS [PROJETO SAL GROSSO]
Em 1994, um grupo de estudantes da UFF, USP e FAAP realizaram em conjunto um filme chamado “Bem-vindo a Sal Grosso”. Um ano depois, a partir desta primeira experiência, nasce na Universidade Federal Fluminense, em Niterói, o primeiro Festival Brasileiro de Cinema Universitário, até então o único evento do gênero no país. O festival cresceu, tomou forma e, em 2002, lançou o resultado da primeira edição do “Projeto Sal Grosso”. O projeto resgatava a idéia daquele primeiro filme de 1994, e propunha a realização de um curta por uma equipe mista de universitários, premiados com seus filmes no ano anterior em cada uma das categorias do festival (fotografia, montagem, direção, etc), e com roteiro saído das oficinas do evento. Ao que tudo indica a proposta deu certo, e hoje o projeto conta com seis filmes, entre ficções, documentários e experimentais. Para a primeira sessão Panoramas de maio, o Curta Circuito selecionou quatro títulos desta lista. Fazem parte ainda do projeto os filmes “A Goiabeira”, de Ed Lopes e “Esconde-Esconde”, de Álvaro Furloni.

GOD.O.TV Carlos Dowling, RJ, 2002, 17’
Vladimir e Estragon, juntos há tempos imemoráveis, esperam Godot na televisão, enquanto Ru, Vi e Flô tecem comentários sobre suas televidas. Livre adaptação de “Esperando Godot” e “Vaivém”, peças de Samuel Beckett.

Procurando Falatório Luciana Tanure, RJ, 2003, 14’
Moradores do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira dialogam com a fala poética de Stela do Patrocínio, publicada no livro “O Reino dos Bichos e dos Animais”, organizado por Viviane Mosé.

Sobre a Maré Guile Martins, RJ, 2005, 12’
Um velho marinheiro em terra firme vive no alto de um prédio, tendo seus dias regidos pela lua e marés de celofane.

Concerto Número Três Marco Dutra, SP, 2004, 13’
Mãe, pai, filho e coda.

19.05 – PANORAMAS [CINEMA NOVO]
Em 1960, num artigo publicado no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, retomado anos depois em sua Revisão Crítica do Cinema Brasileiro, Glauber Rocha exaltava o aparecimento de dois jovens grupos de cineastas que “inauguravam” o documentário brasileiro, após décadas sucessivas de “pobreza imaginativa”, “pretensão exagerada” e “burrice excessiva” (exceções feitas ao mineiro Humberto Mauro). Glauber - assim como outros críticos e cineastas da época, em maior ou menor medida, como Paulo Emílio, Jean-Claude Bernardet, Nelson Pereira dos Santos - via em Arraial do Cabo e Aruanda o nascimento de uma modernidade autenticamente brasileira, marcada sobretudo pela renovação estética no tratamento dos conflitos sociais, culturais e políticos do país, até então sujeitos à esterilidade criativa dos documentários acadêmicos e comerciais. O que Glauber quis dizer, e que com o tempo foi possível confirmar, é que Arraial do Cabo e Aruanda surgiam numa época decisiva, e apontavam, ao lado de outros filmes do período, para aquelas que nos anos subseqüentes seriam as questões fundamentais de um novo cinema brasileiro.

Arraial do Cabo Paulo César Saraceni e Mario Carneiro, RJ, 1960, 17’
O documentário mostra as transformações sociais e as interferências nas formas primitivas de vida de pescadores do vilarejo de Arraial do Cabo, no litoral do Estado do Rio de Janeiro. A Fábrica Nacional de Álcalis, que se instalou no local, causa a morte dos peixes, o que faz com que muitos integrantes da comunidade partam em busca de trabalho. Os modos tradicionais de produção se chocam com os problemas da industrialização.

Aruanda Linduarte Noronha, PB, 1960, 22’
A história de um quilombo, formado em meados do século XIX, por escravos libertos no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguração de Brasília, mostra uma pequena população, isolada das instituições do país, presa a um ciclo econômico trágico e sem perspectivas, variando do plantio de algodão à cerâmica primitiva.

Bate-papo com o convidado Ataídes Braga após a sessão.

26.05 – EIXO BRASIL [ROBERTO BELLINI]
Na sessão Eixo Brasil do mês de maio, o Cineclube Curta Circuito apresenta uma retrospectiva completa com os vídeos do realizador mineiro Roberto Bellini. Juntos pela primeira vez, estes trabalhos revelam diferentes vertentes de uma produção que transita entre as artes gráficas, o documentário, o ensaio e a ficção. Se em parte deles a imagem é trabalhada como “matéria plástica”, suscetível a transformações e deformações, ruídos e intervenções visuais e sonoras às vezes bastante sutis, outros se valem da ironia e da contemplação paciente como chave de afirmação crítica e política. Esta aparente dualidade de temas, contudo, torna-se menos significativa quando nos colocamos diante de um outro aspecto destes trabalhos. Bellini faz passar a imagem por uma espécie de “zona de incerteza”, colocando em questão aquilo que, por meio dela, pode ser visto, dito, sentido e, sobretudo, apreendido. É assim em “Teoria da Paisagem” ou em “Opaco”, em “Pelo Vidro” ou em “Como as Coisas Funcionam”, em “Escuro” ou “Over There”. Só não é assim em “Tamandaré”, porque as imagens e os sentimentos às vezes podem ser bem simples.

Teoria da Paisagem EUA, 2005, 4’16’’
Notas de uma Encenação EUA/MG, 2008, 15’
Over There EUA, 2005, 4’53’’
Como as Coisas Funcionam EUA, 2002, 5’36’’
Intervalo MG, 2005, 6’55’’
Pelo Vidro MG/EUA/PT, 2007, 6’
Eu desisto MG, 2004, 3’53’’
Run/Walk EUA, 2006, 30’’
Tamandaré MG, 2005, 5’56’’
Opaco MG, 2006, 3’50’’
Escuro MG/EUA, 2006, 7’27’’
Jardim Invisível EUA, 2008, 15’

Bate-papo com o realizador após a sessão.



Bugge Wesseltoft

Presente-sonoro!

http://www.youtube.com/watch?v=YvnGKce95Xo

Domingo, 4 de Maio de 2008

M.I.A Arts






M.I.A




Pai


Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

P.C.C.O.M.

PERSONAL CONTRACT FOR THE COMPOSITION OF MUSIC [INCORPORATING THE MANIFESTO OF MISTAKES] THIS IS A GUIDE FOR MY OWN WORK AND NOT INTENDED AS THE CORRECT OR ONLY WAY TO WRITE MUSIC EITHER FOR MYSELF OR OTHERS.
The use of sounds that exist already is not allowed. Subject to article 2. In particular: No drum machines. All keyboard sounds must be edited in some way: no factory presets or pre-programmed patches are allowed. Only sounds that are generated at the start of the compositional process or taken from the artist's own previously unused archive are available for sampling. The sampling of other people's music is strictly forbidden. No replication of traditional acoustic instruments is allowed where the financial and physical possibility of using the real ones exists. The inclusion, development, propagation, existence, replication, acknowledgement, rights, patterns and beauty of what are commonly known as accidents, is encouraged. Furthermore, they have equal rights within the composition as deliberate, conscious, or premeditated compositional actions or decisions. The mixing desk is not to be reset before the start of a new track in order to apply a random eq and fx setting across the new sounds. Once the ordering and recording of the music has begun, the desk may be used as normal. All fx settings must be edited: no factory preset or pre-programmed patches are allowed. Samples themselves are not to be truncated from the rear. Revealing parts of the recording are invariably stored there.
notation of sounds used to be taken and made public. A list of technical equipment used to be made public. optional: Remixes should be completed using only the sounds provided by the original artist including any packaging the media was provided in. Matthew Herbert (2005)


“converto a merda em arte, a poluição em uma atuação”

O produtor Matthew Herbert afirma que a música eletrônica revolucionou a idéia de autoria e diz que o sampler reescreveu a história

DO EL PAÍS

Matthew Herbert é um dos paradigmas da música eletrônica.
Sua personalidade polimorfa já se manifestou sob quatro nomes diferentes (Doctor Rockit, Wishmountain, Herbert e Matthew Herbert), e sua formação musical começou com o violino e o piano, que o levaram a ser instrumentista em uma orquestra clássica.
No campo da música eletrônica, já trabalhou como DJ, fez house em seu disco “Bodily Functions” [Funções Corporais] e jazz à frente de uma orquestra em “Goodbye Swingtime” [Adeus, Tempos do Swing].

Nascido no Reino Unido em 1972, Herbert sempre vinculou sua música à adoção de uma postura política, fato que o levou a denunciar o fast food em seu disco “Plat du Jour” [Prato do Dia] e a comentar o desenvolvimento baseado no consumo de materiais fósseis em seu trabalho mais recente, “Scale”. É reconhecido como virtuose do sampler, que está presente em todos os seus discos.

“O sampler é o instrumento mais importante do século 20.”

PERGUNTA - A música eletrônica “inventou” uma nova tradição ou ela se limita a se adaptar à realidade que já existe?
MATTHEW HERBERT - Ela criou uma nova tradição, breve, mas poderosa, baseada em parte em modelos velhos (a caixa de ritmos ainda é sua coluna vertebral, apesar de isso ser um absurdo), mas também num bom ouvido atento a novos caminhos para a desconstrução do som.
Ela tem a oportunidade de ser vibrante mais uma vez, mas precisa se libertar da tirania do novo, da distração tecnológica e da vaidade. O mundo está gritando para nós histórias terríveis; precisamos esvaziar as máquinas das pré-programações, ligar um computador e começar a ouvir.

PERGUNTA - Por que a música eletrônica costuma ser vista como uma via de escape hedonista? HERBERT - Ela tem suas raízes na música para dançar, que durante centenas de anos esteve associada ao hedonismo e ao escapismo. Apesar disso, ela é sobretudo uma forma de música instrumental, e isso a converteu numa ponte difícil de atravessar para chegar a seu significado.

PERGUNTA - Qual o sentido ideológico do hedonismo hoje?
HERBERT - Num mundo pós-freudiano de auto-análise constante, o hedonismo é um dos poucos lugares em que é possível “ser”, apenas. É um lugar em que você pode escapar de seu eu altamente estruturado. Apesar disso, no caso de um cidadão britânico… Estamos escapando de quê? Somos nós os invasores, os opressores.

PERGUNTA - Você acha que o toca-discos é o último instrumento inventado no século 20?
HERBERT - Acho que não. Ele é importante, mas, historicamente falando, é apenas uma transição entre as primeiras gravações e as formas de distribuição digitais e efêmeras.
O sampler [equipamento que armazena sons, parecido com um sintetizador, e permite reproduzir diferentes efeitos, de acordo com a configuração criada pelo DJ] é o instrumento mais importante do século 20: ele permite que se escreva música com o sujeito, mais que simplesmente sobre o sujeito.

PERGUNTA - Quais são as conseqüências estéticas e éticas da implantação do sampler?
HERBERT - Se estamos falando do sampling de trabalhos musicais já existentes, as conseqüências são muitas. Trata-se essencialmente de uma batalha entre a imaginação e o consumismo.
O acúmulo desenfreado de recursos (o mundo da música gravada) a baixo custo pelo realizador (o músico que faz o sampling) pode ser comparado a um império cultural.
A lógica diz: “Por que pagar por alguma coisa quando você pode tê-la de graça?”. Sem levar em conta o resultado final, que às vezes pode ser sublime, existe um juízo estético, feito por pessoas que não estavam presentes à sessão de gravação original, sobre quais os momentos que valem a pena ser recriados.
É a reescrita da história.
Quando se faz o sampling de um som com um microfone (xícaras, automóveis, guerras…), esse problema não existe: é simplesmente uma história.
O músico se converte no amplificador da história, mais que em seu censor.

PERGUNTA - O uso do sampler torna obrigatório rever a concepção de autoria. Em que termos esse conceito precisaria ser formulado?
HERBERT - Hoje é mais difícil estabelecer a autoria na música. Às vezes [os músicos] são como arranjadores de flores, que usam os samplers como caules diferentes.
Na literatura, seria vergonhoso pegar algumas palavras de Joyce, algumas outras de Lorca e colocar todas juntas. Na música contemporânea, não.
Acredito que, na composição com samplers, você não pode afirmar que é a primeira pessoa no processo criativo. Você está usando a visão de outra pessoa como seu ponto de partida.
O autor, de certa maneira, se converte em consumidor.

PERGUNTA - Poderíamos dizer que trabalhar com samplers é organizar o caos de sons que nos rodeiam, enquanto trabalhar com instrumentos convencionais seria uma maneira de reorganizar o silêncio?
HERBERT - Não acho que os sons que nos cercam sejam caóticos. Eles têm um ritmo e um propósito, como numa sinfonia de Beethoven. Os carros vão passando de acordo com as mudanças nos faróis de trânsito, que foram programados. Os telefones tocam mais em alguns momentos do dia que em outros.
Acho que às vezes temos a oportunidade de decifrar alguns dos mistérios da vida ouvindo esses padrões com atenção.
A música é uma organização do som. Levando isso em conta, o sampler e a orquestra são idênticos.

PERGUNTA - As condições sociais e tecnológicas vigentes variam com o tempo. Apesar disso, o conceito de ideologia e de denúncia não mudou com rapidez equivalente. Você concorda?
HERBERT - Com certeza. Nos foi vendida a idéia de que a sociedade é um estado constante de progresso. Cada tecnologia é superada pela tecnologia seguinte. Existem poucos momentos para o pensamento e muito pouco espaço para a discussão.
Temos populações que não votam, mas que sabem enviar mensagens com fotos, por meio do Bluetooth [tecnologia de conexão sem fio à internet].
Temos inclusive exemplos vergonhosos de publicidade, como a da Diesel, que usam imagens de protestos de rua para vender roupas. Acho que esse é um ponto realmente baixo a que a cultura popular chegou.

PERGUNTA - Onde está a ideologia de sua música quando não é expressa explicitamente por meio de uma mensagem verbal, gestual ou instrumental?
HERBERT - Está na distribuição, que é tão extensa quanto o significado da palavra independente.
Não usamos plástico nas embalagens, apenas nos CDs propriamente ditos. Na música, converto a merda em arte, a poluição em uma atuação, tudo o que nos cerca em música.
Tradução de Clara Allain.










David Lynch vem ao Brasil em agosto para lançamento de livro

da Folha Online - 29/04/2008 - 19h32

O cineasta norte-americano David Lynch, 62, virá ao Brasil no próximo mês de agosto para o lançamento do livro "Em Águas Profundas: Criatividade e Meditação", confirmou hoje (29) a Gryphus, editora da publicação, à Folha Online.

Lynch, diretor famoso por obras como "Veludo Azul", Cidade dos Sonhos", "A Estrada Perdida" e "Twin Peaks", passará pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília para o lançamento.

O diretor viria, a princípio, para a Flip, Festa Literária Internacional de Paraty que acontece em julho, porém, Lynch não conseguiu conciliar sua agenda com a viagem.

No livro, o diretor fornece conceitos sobre sua filosofia de vida e repassa alguns dos mais importantes momentos de sua vida e carreira em 84 textos pequenos.

Cannes

Lynch é responsável pela fotografia que ilustra o pôster da 61ª edição do Festival de Cannes, que ocorre entre 14 e 25 de maio na cidade francesa.

Além disso, "Surveillance", filme de sua filha Jennifer Lynch, 40, será exibido nas sessões da meia-noite do festival.

Jennifer Chambers Lynch é conhecida por ter escrito o livro "The Secret Diary of Laura Palmer" e dirigido o longa-metragem "Encaixotando Helena", de 1993.


Chegaram os DVDs Karaoke Inferno, do TV PRIMAVERA | Nos melhores cafés de Recife

R$ 10 apenas

=)

Pocket films for travelers, no blog de Bruno Yutaka

Foto de Juliana Mundim


Tentar explicar por que viajar é algo tão necessário às nossas vidas é que nem tentar explicar o que é o azul. Ou tentar explicar por que é gostoso comer aquele doce. Ou por que é tão bom beijar aquela pessoa especial. Você encontra mil respostas racionais, mas essas serão apenas representações incompletas de experiências tão particulares.

Mas eu viajo pouco. Não sou um traveler como a Juliana. Tá, ela é uma amigona, e vale lembrar que best friend a gente só tem um, mas isso não invalida a minha dica.

Ela tem um projeto absurdo, que você TEM que conhecer, caso você realmente goste de viajar. Vai lá: http://www.pocketfilmsfortravelers.com . E quando digo viajar, não estou me referindo a você, que gosta de ir ao país estrangeiro para correr às lojas de bugigangas, ou que saca desesperadamente sua máquina em pontos turísticos, e se esquece de apreciar a paisagem. Se você for, nada contra também. Faz parte.

Mas estou falando de outro tipo de traveler, aquele que encara a viagem como uma busca pela identidade. Uma busca existencial. Eu tinha um amigo que sempre citava aquela frase, “A verdadeira viagem necessita de novos olhos, e não de novas paisagens”. Eu prefiro pensar de outra maneira: “A verdadeira viagem necessita de novos olhos, em novas paisagens”.

Acho que é isso que me fascina tanto e ao mesmo tempo me assusta nas viagens. E é isso que eu vejo a Ju captando tão bem no Pocket Films. Perca um bom tempo navegando lá. Tire um dia, uma tarde, uma noite, para fuçar cada cantinho do site. A Ju é uma traveler que já rodou o mundo várias vezes. É o projeto de uma vida. Em cada país que ela vai, ela coleta imagens, que aparecem em forma de fotos e vídeos no site. O Pocket Films é como se fosse um longo filme. E cada pedacinho do site faz parte dessa trama.

Mas, mais do que isso, ela vai captando estados de espírito. Ela vai deixando por ali músicas, desenhos e textos de uma poesia que consegue expressar aquela melancolia gostosa que sentimos quando viajamos. Você fica feliz de ver tanta coisa nova e bonita, e fica triste porque queria fazer parte de tudo aquilo, mas você não faz parte, e você vê como o mundão é tão grande, e você começa a lembrar de todos os seus pequenos problemas que ficaram lá para trás, mas não tanto para trás, porque um dia você tem que voltar.

Tudo é subjetivo na viagem. Se um alienígena me perguntasse o que é viajar, eu diria para ele escutar “Feeling Good”, da Nina Simone (lá em cima tem a música se você quiser ouvir).

O Pocket Films é meio isso. Ele dá essa sensação de arrebatamento, algo voraz. Quando você viaja, você deixa de ser um pouco você mesmo. Dá um alívio enorme às vezes, mas dá um pânico também. Viajar te coloca em perspectiva: você vê o quanto você é pequeno, ao mesmo tempo que reforça a sua individualidade e seu poder interior.

Te faz ver o quanto o que você acredita, o que você é, o que você pensa, é apenas uma opção possível. Te faz sentir criança de novo, já que quando você está num país estrangeiro, tudo é novo para você. Você consegue ver as coisas com novos olhos. Pânico e prazer de novo: não é fantástico chegar num país onde você não consegue entender um “a” do que estão falando, e onde você não consegue entender o que está escrito nas placas de trânsito? É um exercício enorme de humildade, e acho que todos precisam ser humildes no mínimo de vez em quando, se tornar um completo analfabeto em terras estrangeiras.

Você se sente criança de novo, e é como quando transamos com alguém querido, e nos entregamos sem vergonhas à brincadeiras particulares.

Não sei dizer se você volta mais sábio de uma viagem. Sim, temos sempre que voltar, sempre saímos de um ponto para outro. Senão, dizem, perdemos as referências, piramos um pouco, quando não temos raízes. No fundo é medo de você não ser mais você mesmo, e você perder uma das poucas certezas na vida: quem sou eu?

Eu tenho alguns favoritos no Pocket Films. Vai lá no Japão. Tem o vídeo Carol and the Dancing Scketch Book. Esse representa bem essa coisa que eu falei de se sentir criança, da beleza dessa idéia de pureza e sentidos virgens. Tem o Handome Man on a Windy Day: nesse, pra mim, vem essa sensação de melancolia bonita. Suportável portanto, mas que não deixa de apertar o peito.

Lá na seção Nova York, ouça os Podcasts com as músicas que a Ju selecionou. Tem o I Really wish we could hang out more (adoro esse nome!), e se a ficha não caiu, experimente ir um dia a Nova York e fazer um clássico na cidade: sair andando sozinho pelas ruas, com o iPod no ouvido. E sem medo de ser assaltado. Depois de andar por Manhattan de ponta a ponta, vá ao Brooklyn e passe o dia lá. Não tem turistas por ali. Como a Ju mesma diz, imagine se um bairro inteiro fosse como a Torre de quinta (isso no tempo em que a Torre de quinta era um pouquinho menos decadente, claro).

Ah, não deixe de passar pelo Cambódia. Lá você vai descobrir que os dinossauros sumiram da face da Terra não por causa de um meteorito que veio parar por aqui, mas sim porque eles estavam deprimidos, se sentindo muito solitários.

Depois me diz o que você achou do Pocket Films. I really wish we could hang out more.
* Bruno Yutaka é amigo de Juliana Mundim

Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

"As human beings we all want to be happy and free from misery… we have learned that the key to happiness is inner peace. The greatest obstacles to inner peace are disturbing emotions such as anger, attachment, fear and suspicion, while love and compassion and a sense of universal responsibility are the sources of peace and happiness."
Dalai Lama
Naturalidade: Tibet
Religião: Budista
Signo Zodiacal: Câncer
Ocupação: Spiritual Leader